Estudo de Caso para Reflexão do Resto do Mundo: Francisco Brennand, as minhas visitas inocentes e a humilhação da ligação africana: Visita à Oficina; Festa do Paiva e o Castelo Museu.
A sutileza demoníaca africana surge de onde menos nós esperamos que possa vir a existir.
No Brasil o ataque espiritual africano acontece mais comumente, em Festas Públicas, onde nós inocentemente vamos e sem perceber voltamos com essa carga espiritual negativa que entra sutilmente pelos nossos ouvidos, pelas músicas e pelo sibilar dos "membros" dessa religiosidade disfarçada de festiva que estão assistindo aos shows. Eu retornarei a este assunto daqui a cinco parágrafos pois os próximos parágrafos dedicarei à minha primeira visita à Oficina de Francisco Brennand.
Quando Eu tinha 26 anos, Eu trabalhava na Rádio Tribuna FM e numa das madrugadas surgiu uma inspiração para escrever uma poesia, dedicada à Musa Mulher, que ficou extremamente linda. Essa poesia se encontra neste Blog.
Alguns dias após escrever a poesia, Eu conheci uma bela mulher pela qual me apaixonei à primeira vista, e marcamos para assistir ao Show de Elomar, um poeta regional de versos inteligentes. Ao sair deste Show, Eu apresentei a Poesia e pedi que, ao terminar de lê-la, que ela escolhesse um título para esta poesia e ela escolheu o Título de "Caminho da Paz". Tudo transcorria bem entre nós a tratando como uma dama, e ela me disse que estava terminando uma Monografia do Curso de Letras sobre a Fábula de Chapeuzinho Vermelho e que ia fazer uma visita a Francisco Brennand pois ele tinha pintado quadros sobre Chapeuzinho Vermelho. Nós marcamos para uns dias depois para visitarmos a Oficina de Brennand, nós estávamos nos aproximando cada vez mais. Chegado o dia da visita, a peguei em casa num prédio à beira-mar no Bairro de Candeias e seguimos no meu carro que era um Jipe Russo 4x4 na época, que nós adorávamos pela sua robustez.
Ao chegar na Oficina de Brennand, Eu não sabia que tipo de peças ele produzia, mas no pátio de entrada já nos deparamos com a sua preferência que é a escultura de deformações e de estruturas grosseiras, disfarçadas pelo processo de vitrificação buscando dar refinamento às peças, mas são todos demônios esculpidos com o intuito de deformar a referência greco-romana do nosso olho, da métrica da perfeição e do bom gosto do Mestre Phidias.
Emerson enfatiza: " Na guerra os primeiros a serem vencidos são os olhos e os ouvidos...", " Caiam fora das nossas mentes com as suas quinquilharias, não passam de hipócritas usando cinzéis... só servem para abrir os nossos olhos para a Verdadeira Arte Eterna da Perfeição."
Após conhecer Brennand apertar a sua mão, quando nos dirigíamos para a saída da Oficina a minha amiga já estava com outro comportamento, mudou completamente a postura, rejeitou-me, constrangeu-me, enfim, foi constrangedor até para levá-la para casa. Perdi a namorada após a visita e Eu fiquei 17 anos sem escrever uma nova poesia o que me atrasou na exposição da minha intelectualidade.
Essa era a tática africana, vender a prancheta que Eu desenhava para me afastar da minha criação e também me tolher emocional e sexualmente para me fazer viver depressivo e em ostracismo e dessa forma comprometer toda a minha capacidade criativa superior.
A Festa da Lavadeira da Praia do Paiva:
Desde a minha adolescência Eu ia surfar em várias praias do Litoral Sul de Pernambuco, uma delas é a Praia do Paiva onde Eu comecei a ir surfar por volta de 18 anos, não com muita frequência pois tem praias com melhor qualidade de ondas próximas, mas sempre conferíamos as condições do mar, estacionando o carro perto da mansão dos Brennand, que na época era uma praia deserta, isolada, poucas pessoas acessavam esta praia só frequentada por quem ia surfar ou pescar, o acesso era por estrada de barro, fato que restringia mais o acesso ainda. Ou seja, tínhamos quilômetros de tranquilidade e paz para praticar esportes e muitas vezes a areia da praia não tinha uma pegada de pessoas o dia inteiro a não ser as nossas, era a década de 90.
Em 2005, um amigo ( falso amigo) me convidou para ir a casa de praia dele para passar o final de semana e surfar, pois na praia vizinha que é a Praia do Paiva, aconteceria a Festa da Lavadeira.
Inocentemente, mais uma vez, com o meu espírito leigo, Eu não sabia o que se passava na Festa da Lavadeira de Pernambuco. A festa acontecia na Praia do Paiva um espaço cedido pelos Brennand, pois era uma praia privada, ao chegar a intitulada festa que ocorria no dia primeiro de maio que é o dia do trabalhador no Brasil, feriado nacional, Eu me deparo com 3 a 5 palcos armados todos em ritmo africano, e muitas vezes em dialetos africanos, e inclusive uma tenda onde ficava o demônio que se intitulava Pai de Santo de Espíritos Africanos, cerca de 15 mil pessoas a maioria vinculados a essas manifestações africanas, a maioria todos drogados e alcoolizados, muitos homossexuais, algumas pessoas possuídas se tremendo no chão, enfim era um ambiente deplorável, desagradável, uma carga negativa a qual não quis me submeter ao ambiente e não passei nem sequer meia hora, na minha peregrinação inocente por dentro dessa Festa fraudulenta cujo nome é só para atrair pessoas leigas inocentes para serem assoladas por essa carga espiritual africana.
Recentemente, a Praia do Paiva foi toda loteada com prédios construídos para os empresários com negócios no Porto de Suape, não sabem eles a quantidade de espíritos africanos que vagam pela praia e que seus segredos industriais são acessados por estes espíritos e estão ameaçados.
Recentemente, a Praia do Paiva foi toda loteada com prédios construídos para os empresários com negócios no Porto de Suape, não sabem eles a quantidade de espíritos africanos que vagam pela praia e que seus segredos industriais são acessados por estes espíritos e estão ameaçados.
A Visita ao Castelo Museu :
Em 2009, Eu já estava em fase de recuperação do surto que Eu sofri em 2006 quando um Pai de Santo de Espíritos Africanos tentou me controlar fazendo vudoo com o meu corpo, pela temeridade, pela ameaça e pela síndrome do pânico. Esse Pai de Santo de Espíritos Africanos é o mesmo que controlava Marcelo Lyra que se tornou o Cinegrafista da Campanha de Eduardo Campos a Presidente da República em 2014, ex-Governador do Estado de Pernambuco que morreu na campanha num " acidente " aéreo.
Em 2009, Eu ainda estava extremamente assustado com a violência espiritual africana local, mas estava em tratamento e estudando como Gnóstico tudo o que se passava comigo para poder me libertar e libertar outras pessoas passando vivências e relatórios. Em 2009, Eu ainda inocentemente, fui levar meu pais e uma namorada para visitar o Castelo Museu dos Brennand, ao entrar no Castelo a primeira peça em exposição já me chocou, pois era uma tapeçaria antiga que cobria toda a parede, deveria ter uns 16 metros quadrados de área essa tapeçaria era pintada com a cena de pessoas na rua com facas na mão arrancando corações humanos com as vítimas agonizando no meio da rua. Um cena deplorável de ser exibida em um Museu, prática que Montezuma adotava no império Asteca e que o Candomblé adota no Brasil e deve ser investigado.
Se falam em filmes sempre contra a violência a discriminação sofrida pelos negros, mas mas ainda não se fez filmes de ampla divulgação mundial sobre as práticas africanas das atrocidades e das violências psíquicas, espirituais, físicas e até de tortura que eles comentem, todos crimes hediondos.
Hoje, Eu percebo que desde os meus 8 anos de idade, Eu sou perseguido e assediado por esses praticantes dessas duas seitas africanas que se instalaram no Brasil que é a Umbanda e o Candomblé, eles agem de forma sutil, via tentativa de convencimento, tem um grande alcance musical pela música africana e através do seu transe repetitivo se instala no subconsciente das pessoas.
Toda essa armadilha da criação dessas circunstâncias já dura mais de 30 anos, ou seja Eu estou em guerra pessoal, é uma guerra da mente individual contra uma imposição africana de baixo nível que se instalou no Brasil. Essa Guerra pessoal já dura o tempo da Guerra dos 30 anos entre a Espanha e a Holanda para que entendam o comparativo.
Esse é mais um alerta para o resto do Mundo sobre o que se passa em Recife e no Brasil e para a necessidade de desarticular essa fraude espiritual africana extremamente sutil e que ataca persuadindo mente a mente, pessoa a pessoa, e quem resiste sofre grandes violências. Tudo parece uma circunstância normal de um fato corriqueiro, mas uma mente experimentada perceberá que é um fato armado pelo corpo espiritual do mal que age na dominação do Brasil.
Autor: RRGMNSW .'.
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