Epístola 25 - Cronologia dos Fatos Decorridos em minha vida da sutil tentativa de conversão às crenças e costumes africanos praticados pelo candomblé e pela umbanda no decorrer dos últimos 34 anos.
Aos 8 anos de idade um amigo meu (Leonardo Vernieri de Alencar) quebra o braço jogando bola e Eu coloquei o braço dele no lugar que estava pendurado só na pele e levei ele para sua casa, ao chegar lá o pai dele queria bater nele e Eu impedi argumentando que ele precisava levá-lo ao hospital.
Algumas semanas depois o pai ( Roldino Alencar) dele me convidou para ir à piscina do clube da aeronáutica e depois ao invés de irmos para casa ele foi a um casa de um Pai de Santo de Espíritos Africanos se consultar e me apresentou a esse demônio como se fosse um lorde. Uma criança na minha idade de 8 anos não tem noção do que isso significa.
A partir desse momento, fatos estranhos começaram a acontecer na minha vida, incluindo tentativa de homossexualismo (detalhe que Eu nem sabia que existia homossexualismo no Mundo);
Na quadrilha das festas juninas da escola, Eu dançava com a menina mais bonita da escola e a diretora me colocou para dançar com uma negra, simplesmente me arrancou no meio de uma dança e me trocou de par, num ato rude e grosseiro para uma educadora escolar com o melhor aluno da escola, usurpando o meu direito de escolha.
Depois desse dia nunca mais Eu fui para um ensaio e ainda fui humilhado por ter deixado os ensaios;
Eu só era respeitado na infância porque era o melhor do time de futebol, mas assim que acabava o jogo as conversas escarnecedoras e difamadoras começavam e Eu saia de perto;
Meu pai tinha um mini-mercado, tal como o pai de Margareth Tatcher, e, nesse período o meu pai faliu duas vezes, pois um tio homossexual, irmão da minha mãe, roubava o meu pai e dava benesses aos favoritos que se serviam sexualmente dele, o movimento foi caindo e o negócio falindo. Certo dia após o almoço Eu era adolescente e fui ao mini-mercado onde nesse horário o meu tio estaria sozinho no atendimento da loja e ao chegar encontrei o salão vazio, Eu estranhei e ouvi vozes de duas pessoas trancadas no banheiro.
Eu peguei a faca de cortar abóbora e anunciei, "abre a porta senão Eu vou derrubar a porta". Ao abrir a porta sai o meu tio homossexual e outro homossexual da turma da umbanda e do candomblé que usava uma touca de crochê colorida na cabeça que identifica a facção religiosa, fato que Eu desconhecia e só vim ter conhecimento desse sistema de identificação africano via touca de crochê colorida em 2006.
A adolescência e a fase adulta foi repleta de ostracismo, muita dificuldade de conseguir mulheres para namorar, muitas tentativas homossexualismo por esses sutis demônios e o que me salvou foi me afastar da cidade na época em que Eu comecei a surfar e me afastei do convívio da metrópole e aumentei a minha interação com a Natureza, sozinho no mar, ninguém me perseguia nem me incomodava e a intimidade com as forças da Natureza crescia já que me impediam de ter intimidade com as mulheres me difamando e me escarnecendo.
Na inocência da juventude das incursões citadinas nas tentativas namorar as mulheres e no insucesso com elas e no ostracismo quem se apresentou como amigo mais próximo era justamente o Leonardo Vernieri de Alencar, que era adepto da umbanda, sem o meu conhecimento do que se tratava.
Aos 20 anos de idade, após um contrato temporário bem-sucedido com o IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, órgão do Governo Federal, onde Eu fui contratado para ser o Coordenador Geral de Coleta de Dados de um Município da Região Metropolitana do Recife, sendo o primeiro município de Pernambuco a terminar o Censo, devido à minha capacidade de liderar uma equipe de 97 pessoas e pelo meu grande conhecimento em desenho e leitura de mapas rurais (com distritos situados a 60 km de distância da sede do município), para viabilizar a logística de distribuição das equipes.
Ao terminar este trabalho no IBGE, Eu dominava o conhecimento territorial da distribuição populacional desta cidade e fui convidado por um dos meus subordinados a trabalhar na campanha de um Candidato a Prefeito na Eleição de 1992, onde visitamos cerca de 10% dos domicílios em um prazo de menos de 3 meses, levando um candidato desconhecido do terceiro lugar nas pesquisas a ser o vencedor da eleição para Prefeito.
Este subordinado me prometeu um cargo de chefia na Secretaria de Educação que ficou só na promessa.
Antes Eu tinha participado ao meu amigo mais fiel o "Leonardo da Umbanda" sobre a nossa vitória nas eleições, e algum tempo depois participei a ele também o meu desapontamento por não ter sido efetivado no cargo que me prometeram e ele me sugeriu uma visita a um centro espírita como ele dizia " carta branca" que até hoje Eu não sei o que é isso e que na verdade eles usam para enrolar as pessoas leigas para poder levá-los lá. Para mim era como uma visita folclórica pois Eu não entendia de nada do que se passava nesses locais. Hoje eu percebo que já era uma manobra dessa espiritualidade de baixo nível para tentar me conduzir para essa crença africana.
Nessa época Eu passei tanto tempo desempregado que tive que vender o carro do meu pai e até a minha prancheta profissional de desenho de 1,20 x 0.80m com régua paralela que era a minha Musa e alegria das minhas madrugadas de desenho. E, vejam vocês, no dia seguinte ao comunicar ao Leonardo, " da Umbanda" que Eu iria vender a minha prancheta de desenho ele conseguiu um comprador para a prancheta que é um item de difícil venda. Veja como tudo estava intercalado para tentar me afastar do desenho, me deixar sem renda financeira e dependente dessa amizade desse falso amigo.
No início da década de 90 a Rede da Crença Africana estava começando a se desenvolver sutilmente e o Leonardo que é descendente de italianos, ou seja ele já é uma vítima, que se converteu e vem passando a tática da crença africana e seus métodos espúrios e sutis para conquistar novos fiéis. E, tentou comigo, mas não conseguiu.
É necessário que a Europa esteja alerta para desarticular este sistema africano que se expande sutilmente através das músicas acessando a mente leiga.
Continua ...
AUTHOR : RRGMNSW .'.
Na inocência da juventude das incursões citadinas nas tentativas namorar as mulheres e no insucesso com elas e no ostracismo quem se apresentou como amigo mais próximo era justamente o Leonardo Vernieri de Alencar, que era adepto da umbanda, sem o meu conhecimento do que se tratava.
Aos 20 anos de idade, após um contrato temporário bem-sucedido com o IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, órgão do Governo Federal, onde Eu fui contratado para ser o Coordenador Geral de Coleta de Dados de um Município da Região Metropolitana do Recife, sendo o primeiro município de Pernambuco a terminar o Censo, devido à minha capacidade de liderar uma equipe de 97 pessoas e pelo meu grande conhecimento em desenho e leitura de mapas rurais (com distritos situados a 60 km de distância da sede do município), para viabilizar a logística de distribuição das equipes.
Ao terminar este trabalho no IBGE, Eu dominava o conhecimento territorial da distribuição populacional desta cidade e fui convidado por um dos meus subordinados a trabalhar na campanha de um Candidato a Prefeito na Eleição de 1992, onde visitamos cerca de 10% dos domicílios em um prazo de menos de 3 meses, levando um candidato desconhecido do terceiro lugar nas pesquisas a ser o vencedor da eleição para Prefeito.
Este subordinado me prometeu um cargo de chefia na Secretaria de Educação que ficou só na promessa.
Antes Eu tinha participado ao meu amigo mais fiel o "Leonardo da Umbanda" sobre a nossa vitória nas eleições, e algum tempo depois participei a ele também o meu desapontamento por não ter sido efetivado no cargo que me prometeram e ele me sugeriu uma visita a um centro espírita como ele dizia " carta branca" que até hoje Eu não sei o que é isso e que na verdade eles usam para enrolar as pessoas leigas para poder levá-los lá. Para mim era como uma visita folclórica pois Eu não entendia de nada do que se passava nesses locais. Hoje eu percebo que já era uma manobra dessa espiritualidade de baixo nível para tentar me conduzir para essa crença africana.
Nessa época Eu passei tanto tempo desempregado que tive que vender o carro do meu pai e até a minha prancheta profissional de desenho de 1,20 x 0.80m com régua paralela que era a minha Musa e alegria das minhas madrugadas de desenho. E, vejam vocês, no dia seguinte ao comunicar ao Leonardo, " da Umbanda" que Eu iria vender a minha prancheta de desenho ele conseguiu um comprador para a prancheta que é um item de difícil venda. Veja como tudo estava intercalado para tentar me afastar do desenho, me deixar sem renda financeira e dependente dessa amizade desse falso amigo.
No início da década de 90 a Rede da Crença Africana estava começando a se desenvolver sutilmente e o Leonardo que é descendente de italianos, ou seja ele já é uma vítima, que se converteu e vem passando a tática da crença africana e seus métodos espúrios e sutis para conquistar novos fiéis. E, tentou comigo, mas não conseguiu.
É necessário que a Europa esteja alerta para desarticular este sistema africano que se expande sutilmente através das músicas acessando a mente leiga.
Continua ...
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