quinta-feira, 4 de junho de 2015

A Revelação do agir espiritual africano no Brasil, um alerta para o resto do Mundo - Capítulo 3

Quando Eu percebi que não deveria estar naquele lugar daquele ritual demoníaco, e, que aquilo não era um show e sim um ritual africano, eles já estavam falando em idiomas africanos e tinha um negro rodando no salão com uma pele de leopardo nas costas, e a hostilidade do ambiente fazia o medo tomar conta de mim me imobilizando.

Num momento de insight, Eu disse para mim mesmo: " O que é que Eu estou fazendo aqui? " E me retirei dessa "casa de show", que na verdade é um mercado público municipal desativado, hoje em dia Eu sou completamente contra que entidades africanas espirituais disfarçadas de culturais recebam verbas do governo para apresentações culturais que na verdade são rituais espirituais do mal.

De lá Eu decidi ir para um bar e sentar numa mesa ao ar livre para refletir e me acalmar, mas pouco tempo depois chegaram os demônios do candomblé que Eu pensava que eram pessoas normais e meus amigos, o fotógrafo Costa Neto e como ele o Paulo Rasta e ambos estavam de carona no meu carro e me perguntaram porque Eu não havia chamado eles para ir ao bar, Eu ainda estava anestesiado com o que havia ocorrido na apresentação do candomblé do mal e fiquei calado tentando organizar o pensamento percebendo a cilada que eles haviam armado para mim.

Aí me lembrei que esse mesmo Paulo Rasta em noites anteriores oferecia cachaças artesanais que ele mesmo preparava e que o Costa Neto tomava e me oferecia, cachaças que deveriam ser misturadas com alguma droga e me veio a lembrança que Eu vi esse mesmo Paulo Rasta saindo algemado de uma Rave pois estava vendendo comprimidos de êxtase e LSD que escondia no seu cabelo rastafari, que dias depois ele me contou que o cabelo foi parcialmente raspado na delegacia de polícia ele me falando se sentindo ultrajado.

Eu nunca quis provar drogas químicas apesar de vivermos numa geração de fácil aceso a essas drogas, mas o Costa Neto diversas vezes me ofereceu falando todo empolgado que era ótimo. Mas mesmo assim não me convenceu.

Mas voltando ao bar, naquela noite enquanto os dois em inquiriram o porque de não tê-los esperado, chegou mais dois ditos amigos demônios e me ameaçaram, para completar a noite de síndrome do pânico.

De tantas agressões verbais e mentais Eu saí do bar arrasado com medo e revoltado e o subconsciente com essa repetição dessas agressões e ameaças verbais. Eu cheguei em casa e fui ler o Apocalipse da Bíblia como uma forma de defesa mental.

E, sozinho no meu quarto, enquanto lia a Bíblia, recomeçaram os insultos e agressões verbais espirituais, ou seja, Eu estava sozinho no quarto em presença física, mas espiritualmente estava cercado de demônios do candomblé africano. Eles começaram a gritar comigo e a espetar o meu corpo como forma de voodoo em ameaças tentando me tirar o meu senso comum e me assustar pois Eu nunca imaginava que isso existia de verdade, isso nunca havia passado pela minha cabeça.

Esses insultos duraram dias, Eu trabalhava na Estação TV e diuturnamente repetia orações e orava o Pai Nosso ensinado por Jesus para combater as vozes, como eles não davam trégua Eu tinha que rezar o dia todo sem parar para resistir a esse insulto do mal. Chegou ao ponto de tentarem afastar as órbitas dos meus olhos para me deixar estrábico e Eu para resistir colocava o dedo na frente dos olhos com o braço esticado e passava um bom tempo olhando para o meu dedo para manter o foco dos olhos e não deixar eles puxarem os meus olhos para fora do centro.

Durante as madrugadas enquanto orava o Pai Nosso a voz de duas mulheres do candomblé africano que Eu reconheci e uma delas inclusive quando a conheci se dizia cristã protestante, elas ficavam repetindo o nome de um Pai de Santo do candomblé africano que inclusive era o apelido do tal fotógrafo Costa Neto que se fez de meu amigo. E, enquanto Eu tentava dormir ficavam fazendo voodoo como o meu corpo como se estivessem com algum instrumento pontudo por dentro do meu corpo, por dentro da minha barriga, causando sensações muito desagradáveis e me assustando muito e me impedindo de dormir em paz.

Elas ficavam repetindo o nome do Pai de Santo do candomblé africano e falando sem parar o nome dele, dia e noite, era difícil manter a sanidade e a coerência de pensamento mas Eu resisti.

Então Eu procurei uma Igreja Presbiteriana e lá conheci algumas pessoas do bem e numa das madrugadas Eu recebi uma restauração espiritual e Eu vi anjos que me disseram a seguinte frase: " Perdoado de todos os pecados feitos no mundo." E senti uma restauração do órgãos que o candomblé africano vinha molestando com o seu voodoo.

Continua...

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