Epístola 9 - Sobre Crenças, Idioma Compartilhado e a Sensibilidade da Mente e sua Defesa
A Crença não é só o momento de irmos à uma Igreja, fazer orações e buscar uma religação com Deus.
Assistir um filme, ouvir uma música, ou ir a uma boate ou um bar para conversar também é uma forma de introjetar crenças.
Que tal assumir uma nova posição e fazer um levantamento epistemológico dessa crença sutil contida até numa conversa informal, numa música ou numa ida ao médico?
A crença pode assumir uma forma de uma espécie de sedução, amparo, carinho, conversão homossexual pela sensações e pela fragilidade; Há sempre algum lobbie espiritual tentando articular o convencimento de um ser humano trazendo-o para uma tendência.
A crença pode assumir a forma pelo sentimento de identidade pela africanização de uma cultura por uma falso argumento de cultura brasileira que na verdade é africana e também uma falsa idéia de união sincrética de religiões.
Tudo isso tem sido prejudicial à principal pátria que é a mente individual.
Uma crença pode produzir um homem ou uma mulher bomba.
Uma crença pode levar um homem ou uma mulher a uma depressão pela espiritualidade agregada a essa crença e pode levar da depressão ao suicídio. E muitas pessoas não sabem como quebrar esse transe do mal.
A crença pode inclusive facilitar a acessibilidade de aceitação ao acesso do uso de drogas e também ao homossexualismo.
No Brasil, nós estamos sendo manipulados pela pior espiritualidade que é a africana que age livremente através da sua música.
O estilo homossexual da sedução invisível está associado aos intitulados Pais de Santo de Espíritos Africanos que na maioria são homossexuais.
A palavra Pai virou uma das palavras mais desgastadas depois que os Pais de Espíritos Africanos que são na maioria homossexuais, que são os líderes espirituais associados aos africanos, se apoderaram da palavra " Pai " para se autodenominarem.
O número 7 ( Sete ) que é Sagrado, é tido como o número do mentiroso no Brasil;
O número 24 ( Vinte e Quatro ) Sagrado para os Romanos por simbolizar as 24 horas do dia, é aqui no Brasil associado ao homossexualismo para profanar a sua simbologia e trazer sensações desagradáveis e afastar o homem heterossexual desta simbologia sagrada.
O Arco-Íris que é associado à Mulher no Egito Antigo e na Grécia Antiga, também está profanado fazendo alusão ao homossexualismo.
https://www.youtube.com/watch?v=tG7uhUOnHek
Sobre Filmes e sua Epistemologia, Eu sugiro assistir o Filme Conan, no link acima, o qual Eu vou fazer uma breve Sinopse:
Conan tem a sua família assassinada quando era criança, por um Sacerdote de uma Tribo, que usa poderes mentais para controlar pessoas e exercer o seu domínio e pratica sacrifícios humanos. Bem semelhante aos processos que os africanos usam ainda hoje na sua espiritualidade no Brasil, conduzir a transes mentais, sacrifícios e vudoo.
No final Conan vence esse Sacerdote que exerce esse tipo de dominação do mal.
O Brasil tornou-se vulnerável a essa espiritualidade africana devido a imigração em massa na época da escravidão, então o idioma europeu português se tornou a porta de acesso para os africanos usarem as suas crenças contra os descendentes de europeus residentes no Brasil.
O idioma rico é sim uma defesa para a voz africana espiritual que tenta se instalar na mente dos descendentes de europeus, a sua vasta variação, sinônimos, tempos verbais, etc. é a defesa da mente que ouviu um espírito africano que tenta causar dano ou trazer para a sua crença e ao identificá-la no seu subconsciente é necessário usar outra palavra ou expressão não utilizada pela entidade espiritual africana para isolar e anular o poder do mal.
Eu sou completamente contra retirar as variações de escrita e pronúncia do idioma indo-europeu Português para preservar a mente dos Portugueses que vivem na Europa, bem como dos Brasileiros que vivem no Brasil e os demais países africanos que se expressam em língua portuguesa. Essa variação é salutar para a identificação, o mesmo vale para o idioma Francês e Inglês que tem também ex-colônias africanas com difusão de idiomas europeus.
A variação dos idiomas é uma garantia para as próximas gerações de descendentes desses países pois se torna uma garantia ancestral contra a espiritualidade africana pois facilita a identificação. Essa espiritualidade não pode se propagar sem reservas, sem limites, como se fosse uma apresentação cultural e sem identificação dessa espiritualidade danosa e sutil.
E, ao estudarmos um segundo ou terceiro idiomas, como o inglês, que é um idioma Universal, não devemos nos associar nessa integração de aprendizado, com a escória da música africana do Hip hop.
Nós devemos sim, perceber a necessidade de proteção da mente e nos associar a parte Sublime dos novos idiomas a serem estudados como forma de refúgio do idioma natal que está largamente profanado, ou seja, o segundo ou terceiro idiomas se tornam uma forma de terapia para a mente.
RRGMNSW .'.
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