terça-feira, 26 de maio de 2015

A Revelação do agir espiritual africano no Brasil, um alerta para o resto do Mundo - Capítulo 1

Desde 2006, quando Eu fui assolado pelas entidades espirituais africanas que me conduziram a um surto, Eu venho estudando o antídoto contra o agir espiritual africano, ou seja, a espiritualidade da Europa é o Antídoto.
Foi nesse momento que Eu percebi que Eu estava como na cena do elevador do filme Capitão América, pensando que estava cercado de amigos, mas na verdade eram todos inimigos, e, que vivia como num episódio do desenho animado Mister Magoo.

 https://www.youtube.com/watch?v=jqIBGEcKhGs
 https://www.youtube.com/watch?v=Xkz1R4NPmxI&list=PLWc25XKkoP2Io-zzyX2ozJEARAVN3hqXI&index=2

Uma bela noite de céu estrelado em 2006, Eu estava no Recife Antigo, curtindo a noite boêmia, Eu tinha um jipe conversível sem capota, e estava deitado em cima do capô do motor do carro, usando o para-brisas de encosto, com o carro estacionado numa rua histórica do bairro mais antigo de Recife que se chama Recife Antigo, dos dois lados da rua, construções maçônicas, prédios maçônicos muito antigos, um céu estrelado para contemplar e ter as minhas divagações sobre agricultura pois na época Eu tinha um sítio, arquitetura, pois na época Eu tinha comprado um terreno numa praia e Eu pensava em construir e pensava em mulheres claro, como todo bom heterossexual que se preze.
Atrás de mim nesta rua, vários bares mas Eu não sentia vontade de me aproximar de ninguém naquele dia. Mas Eu tinha a companhia das estrelas e meus projetos em que pensar. De repente surge um negro e na época Eu não fazia acepção de pessoas, então o cumprimentei e iniciamos uma conversa ele se aproximou falando do meu carro que era muito original, uma relíquia histórica pois era de 1977 e perguntou se Eu surfava e iniciamos uma animada conversa e combinamos de um dia marcarmos para surfar juntos, e, ele me falou que trabalhava no Jornal Folha de Pernambuco como motorista e Eu lhe disse que era Radialista e trabalhava numa Emissora de TV, a Estação TV, e nessa conversa, ele me convidou para entrar gratuitamente num pub chamado Downtown Pub, pois ele conhecia o pessoal de lá e conseguiria esse acesso gratuito. Ao entrarmos, Eu na minha inocência de " Mister Magoo", fui apresentado por ele a um fotógrafo ( que também era descendente de africanos ) que também trabalhava prestando serviço para o Jornal Folha de Pernambuco e iniciamos uma amizade.
Nessa configuração dessa noite, onde mais duas amizades inocentes estavam sendo feitas, pensava Eu claro, duas pessoas ligadas à minha área de comunicação, jovens como Eu.
Bom, com o amigo motorista combinamos de ir surfar e com o amigo fotógrafo Eu falei que estava planejando uma viagem para documentar as Festas Juninas em 3 cidades do Sertão do Nordeste do Brasil num circuito alternativo que Eu não tinha visitado antes.
Pela sequência dos acontecimentos dessa viagem, e dos desdobramentos dessas duas amizades, hoje depois de 8 anos de estudos e reflexões Eu percebo que em companhia de africanos a nossa Íris se torna africanizada, pois o pensamento da crença africana se faz presente, pois eles nos conduzem para isso.
E, que em companhia de europeus ( europeus self-conscius, ou seja europeus ou descendentes de europeus realmente conscientes da espiritualidade do pensamento europeu),  a nossa Íris assume o Céu ou o Norte ou o pensamento Europeu. É o conduzir ou o reconduzir ao pensamento europeu pois Eu sou descendente de europeus.
Nos últimos 8 anos, Eu estudei esse antídoto europeu para me fortalecer, livrar-me e poder depois expor e proteger outras pessoas contra o mal que Eu sofri.
Como um cientista espiritual, mais que cientista, pois o cientista  "observa" a experiência de fora, Eu fui um Gnóstico que fui a experiência e a partir do que Eu sofri e da sequência que se seguiu Eu posso hoje, fazer e tecer todos esses comentários sobre esse agir do transe africano no Brasil.
Não é à toa que da África vem o ebola, a aids, a areia movediça, algumas tribos cortam o clitóris das mulheres, fazem voodoo, invadem corpos e tentam dominar as pessoas dessa forma e no filme do Tarzan eles queimam as mocinhas brancas em sacrifícios. Pelo medo e pelo terror tentam essa submissão e dominação e conversão à sua espiritualidade.
Eu falo de cátedra pois tentaram fazer isso comigo.

Eu sou descendente de portugueses, espanhóis e holandeses. Com raízes celtas, pensamento greco-romano-judaico-cristão.

Do mesmo jeito que quando Paris caiu nas mãos do nazismo e o mundo todo libertou Paris, aqui em Recife, a cidade onde o germano-holandês Maurício de Nassau governou e fez o primeiro projeto urbanístico de cidade das Américas. Viver em Recife é viver numa cidade sitiada do voodoo africano.
Da mesma forma que Paris foi libertada do nazismo, a cidade de Recife precisa ser libertada do voodoo africano.

Hoje em dia, não existem guerras entre países, a dominação não é mais física, existem batalhas espirituais pela imposição de crenças, mas no agir do voodoo, a espiritualidade africana quer dominar o seu corpo físico pela dor e pelo terror espiritual.
Essa prática não pode se propagar para outros países e ela vai disfarçada na música africana e nos entrantes que vão fixando residência aos poucos nos outros países.
Continua...

RRGMNS .'.








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