domingo, 14 de junho de 2015

Um Alerta sobre o Vudoo Africano no Brasil - Capítulo 4

 Um Alerta sobre o Vudoo Africano no Brasil - Capítulo 4

Cânone é aquele que compara.

Mens Sana In Corpore Sano.

E o Verbo se Fez Carne.


Utilizando essas três máximas para reflexão Eu traço essa argamassa para unir os tijolos da construção sublime da Liberdade Individual.


No Brasil as três cidades mais violentas do país são Recife, Salvador e Rio de Janeiro, coincidentemente as três cidades de maior presença da espiritualidade africana no Brasil.
A pratica do vudoo está dissimulada como atividade cultural musical recebendo verbas públicas e o transe da sua música está vinculado ao samba, ao pagode, ao maracatu, e tudo na verdade é a percussão do transe do candomblé africano mais conhecido em outros países como vudoo africano. Aqui recebe o nome suavizado de centro espírita, quando se vai num lugar desses as ditas "médicas ou curandeiras" sugerem banhos, restrições de alimentos, mas a intenção real é fazer-se presente com a voz delas dando uma orientação ou conselho e assim com a sua concordância fazer com que a voz dessas pessoas entre no seu subconsciente através da repetição pois tudo o que concordamos ou não repetimos no subconsciente e assim  a voz dessas pessoas vai exercendo uma espécie de dominação invisível bem sutil e imperceptível.

Aí começa o alerta e abertura dos seus ouvidos e da sua íris para as crenças africanas e assim o brasileiro, descendente de europeus, mas distante da sua referência com a Europa vai tornando a sua mente africanizada e aceitando as práticas africanas. E assim a voz dessas pessoas que nada eram para você que não convivem com a sua família vão se fazendo presentes na sua vida, ou seja, o verbo vai se fazendo carne, e a sua mente sã vai assumindo crenças, temores, espíritos africanos e o abuso mental e físico chegando as vias da tortura vai começando. 

Veja o texto na Wikipedia :
O vodum da África Ocidental (Vodun ou Vudun na língua fon do Benin e da Nigéria e na língua ewe do Togo e Gana) é uma religião tradicional da costa da África Ocidental, da Nigéria a Gana. É distinta das religiões animistas tradicionais do interior desses mesmos países, e semelhante a diversas religiões surgidas com a diáspora africana no Novo Mundo, como o vodu haitiano, o vodu da República Dominicana, o candomblé jeje no Brasil, o voodoo da Luisiana e a santería em Cuba, que são sincretizadas com o cristianismo e as religiões tradicionais africanas do povo bacongo.
60% da população do Benim, cerca de 4,5 milhões de pessoas, pratica vodum. Além disso, muitos dos 15% da população beninense que denominam-se "cristãos" praticam, na verdade, uma religião sincretizada, semelhante ao vodu haitiano ou ao candomblé brasileiro. Muitos deles são descendentes de escravos libertos brasileiros que se fixaram na costa perto de Ouidah. Em Togo, cerca de metade da população indígena pratica religiões, das quais o vodum é, de longe, a mais seguida, com cerca de 2,5 milhões de seguidores. Pode haver outros milhões de vodúnsis entre os ewés de Gana: 13% da população de 20 milhões são ewe e 38% dos ganenses pratica religiões tradicionais. Cerca de 14 milhões dos nigerianos pratica religiões tradicionais, principalmente o vodum.

Todos nós sabemos que tortura é crime hediondo, mas o candomblé pratica livremente.

O candomblé não reconhece fronteiras, não respeita o Artigo5  da Constituição Brasileira e não respeita a Lei Americana " Minha Casa Meu Castelo " , não respeita os corpos individuais de cada pessoa.

Ou seja, fere todas as leis de convivência, pratica tortura, humilhação, bullying, cria situações para impor suas crenças, ilude e se aproveita de inocentes, insulta, degrada e tenta controlar mentes e corpos através da dor, e esta prática abusiva e absurda deve ser banida e seus integrantes identificados e punidos.

Toda essa prática deve ser divulgada como alerta sobre os novos entrantes africanos na Europa e em todo o Mundo, pois sob o pretexto de acolhimento humanitário, os países desenvolvidos acolhem refugiados em grande número vindo da África e uma comunidade de cinco mil africanos praticantes de vudoo podem fazer muito estrago na mente de europeus após aprenderem o idioma europeu onde passarão a residir.
Esses africanos devem ser devolvidos ao seu país natal e assistidos na própria África. Se existem conflitos tribais e eles praticam vudoo entre os próprios africanos que eles não venham praticar vudoo para submeter os descendentes de europeus, que fiquem na sua África com os seus ancestrais e deixem os descendentes de europeus em paz.

Da década de 90 em diante ganhou grande expansão nos meios de comunicação, rádio e canais de TV.

No ano de 1996 Eu trabalhava como discotecário na Rádio Tribuna em Recife, e, meu horário de trabalho era durante a madrugada, uma certa noite, Eu cheguei para trabalhar e os vigilantes informaram que o Gerente de Marketing Antônio Moreira que é homossexual estava na sala dele como namorado e um deles me disse que ia tomar whisky com ele lá e me convidou para ir com ele à sala dele ganhar um dinheiro extra, mas Eu recusei o convite, o teor do convite está claro.
Até aí não fazia conexões com práticas espirituais nenhuma e achei que era um fato isolado e cada um com a sua tendência sexual, respeitando o meu espaço a reciprocidade será verdadeira, mas já existiu um tipo de sedução financeira, ou seja, tentaram instalar uma crença na minha mente de forma sutil.

Após um ano na Rádio, Eu fui promovido para uma função no Canal de TV do mesmo grupo e ao aproximar-se a época do Natal chegou um anúncio de um " Pai de Santo Africano " para colocar nos intervalos da programação e me disseram que a TV não ganhava nada pela divulgação.
Todos nós do setor achávamos isso estranho veicular um produto sem gerar receita financeira para o Canal de TV.

A vida seguiu, e, em 2005, outra emissora de TV seria inaugurada em Recife e quando Eu fui levar o meu currículo Eu fiquei sabendo que o Antonio Moreira era o Gerente de Marketing da Estação TV, emissora que iria inaugurar em 2005. Eu entreguei o currículo e fui contratado devido a minha grande experiência na área.

Em 2006, sem nos darmos conta divulgávamos forte conteúdo africano em todas as Rádios e Canais de TV no Brasil inteiro, e, nessa teia africana, Eu solicitei um equipamento para ir filmar uma entrevista com o Presidente do Porto de Suape em Pernambuco, como o intuito de reunir este material para um documentário sobre uma comunidade rural de maioria descendentes de africanos que viviam em posses e estavam sendo tolhidos em suas ações agrícolas pelo próprio Porto de Suape que não deixava plantar árvores frutíferas pois a área que eles viviam estava num planejamento de ser desapropriada e árvores frutíferas aumentariam o valor da indenização.

No meio da viagem, na estrada, em direção ao Porto de Suape, Eu tive um surto de vozes, sendo atacado espiritualmente por demônios invisíveis, Eu estava dirigindo e ao meu lado estava uma amiga do ciclo desse pessoal dessas práticas que Eu citei acima. Depois conversando com um pastor ele me perguntou: Quem estava te acompanhando em todas essas situações em que aconteceram estas coisas?
E assim, Eu comecei a refletir nessas circunstâncias.

No meio da estrada o surto era tão forte, as agressões com palavras de baixo calão, os insultos tão grandes, espetavam meu corpo agrediam verbalmente e Eu estava dirigindo e por várias vezes quase perco o controle do carro e várias vezes Eu pensei em desistir de tentar regressar para casa, pois a entrevista não daria para ser realizada mais. Eu estava dirigindo e quase perco o controle do carro diversas vezes. Eu só consegui manter o controle poque vivi mais de 20 anos dentro do mar surfando ondas grandes e encarando situações de grande adrenalina exigindo muito controle corporal e mental.   Eu pergunto e se Eu estivesse pilotando um avião, será que Eu conseguiria manter ele voando?

O caso do acidente aéreo com avião do Governador Eduardo Campos se Eu fosse o piloto, será que piloto e co-piloto em surto de vudoo conseguiriam manter ele no ar? Será que os pilotos de avião tem que passar por treinamento anti-vudoo para suportar surtos " ditos " psicóticos?
Fica essa questão para reflexão.

Ao regressar a emissora para entregar o equipamento Eu depois passei numa Igreja Católica na qual Eu fui batizado e Eu agradeci ao regresso mas o surto estava presente me atacando fortemente.
Esse surto permaneceu por vários dias e numa das tardes de trabalho enquanto trabalhava e fazia orações para fazer frente às repetições dos insultos africanos, o tal Gerente de Marketing Antonio Moreira, ligou para a minha sala e me disse: " Rui, eu como o seu fígado. " E no mesmo instante Eu senti uma forte dor no fígado, ou seja, nesse momento Eu percebi que estava sendo vítima de forças espirituais demoníacas do vudoo.

Depois disso Eu me afastei deste Canal de TV e passei muitos anos lutando contra essas forças africanas que me levaram ao remédio psiquiátrico por ficarem repetindo dia e noite o nome de um espírito africano sem parar. Hoje, graças a Deus, este Canal está sendo administrado por uma Igreja Protestante e toda  o vudoo africano que estava instalado lá na programação desse Canal de TV não existe mais. Mas não é o caso da maioria dos Canis de TV no Brasil. 

Existe uma rede africana disseminando essa prática do vudoo no Brasil, sob o disfarce de atividade cultural, sincretismo e tolerância, as pessoas estão sendo envolvidas, iludidas e inocentemente entrando neste meio.

Eu não posso fazer parte dessa rede de agressão e este é o meu testemunho.

continua...

RRGMNS .'.



quinta-feira, 4 de junho de 2015

Revelation African spiritual act in Brazil, a warning to the rest of the world - Chapter 3

Revelation African spiritual act in Brazil, a warning to the rest of the world - Chapter 3


When I realized I should not be there that demonic ritual, and that it was not a show but an African ritual, they were already talking about African languages and had a black running in the lounge with a leopard skin on the back, and environmental hostility made her fear take care of me pinning me.

In a moment of insight, I said to myself: "What I'm doing here?" And I withdrew from this "show house", which is actually a disabled municipal market, today I am completely against that cultural disguised spiritual African entities receiving government funds for cultural presentations that are actually spiritual rituals of evil.

From there I decided to go to a bar and sit at an outdoor table to reflect and calm down, but soon after came the Candomblé demons that I thought were normal people and my friends, the Costa Neto photographer and as he Paulo Rasta and both were to ride in my car and asked me why I had not called them to go to the bar, I was still numb with what had occurred in the presentation of evil candomblé and was silent trying to organize the thought realizing the trap theyThey had set for me.

Then I remembered that this same Paul Rasta in previous nights offering artisanal cachaça that he prepared and that the Costa Neto took and offered me, cachaças that should be mixed with a drug and came the reminder that I've seen this same Paul Rasta out in handcuffs a Rave it was selling LSD and ecstasy tablets that hid in his Rastafarian hair, which days later he told me that hair was partially shaved in the police station he telling me feeling outraged.

I never wanted to prove chemical drugs even though we live in a generation of easy access to these drugs, but the Costa Neto repeatedly offered me talking all excited it was great. But still did not convince me.

But back to the bar that night while the two in inquired why not have them expected, came two friends said demons and threatened me to complete the panic attacks at night.

So many verbal and mental abuse I got out of the devastated bar scared and angry and the subconscious with this repetition of these assaults and verbal threats. I got home and I was reading the Revelation of the Bible as a mental defense form.

And, alone in my room, while reading the Bible, they resumed the insults and spiritual verbal abuse, ie, I was alone in the room for physical presence, but spiritually was surrounded by demons African Candomblé. They started yelling at me and poke my body as a form of voodoo threats trying to get me out my common sense and scare me because I never imagined that it existed in fact, I had never crossed my mind.

These insults lasted days, I worked in TV station and diuturnamente repeated prayers and prayed the Our Father taught by Jesus to fight the voices, as they did not give truce I had to pray all day without stopping to resist this insult of evil. It reached the point of trying to ward off the orbits of my eyes to let me cross-eyed and I to resist putting her finger in front of eyes at arm's length and spent a long time looking at my finger to keep the eye focus and not let them pull my eyes away from the center.

During the early morning while praying the Our Father the voice of two women of African Candomblé that I recognized and one of them even when I knew it was said Protestant Christian, they were repeating the name of the Holy Father of African Candomblé who also was the nickname of the Costa Neto such photographer who did my friend. And as I tried to sleep were doing voodoo as my body as if with some sharp instrument inside my body, inside my belly, causing very unpleasant feelings and scaring me a lot and keeping me from sleep peacefully.

They were repeating the name of the Holy Father's African Candomblé and chattering his name, day and night, it was hard to maintain sanity and coherence of thought but I resisted.

So I looked for a Presbyterian Church and there I met some good people and in the mornings I received a spiritual restoration and I saw angels who told me the following sentence: ". Forgiven of all sins made in the world" And I felt a restoration of organs that the African Candomblé was harassing with your voodoo.

Continued ...

RRGMNS .'.           

A Revelação do agir espiritual africano no Brasil, um alerta para o resto do Mundo - Capítulo 3

Quando Eu percebi que não deveria estar naquele lugar daquele ritual demoníaco, e, que aquilo não era um show e sim um ritual africano, eles já estavam falando em idiomas africanos e tinha um negro rodando no salão com uma pele de leopardo nas costas, e a hostilidade do ambiente fazia o medo tomar conta de mim me imobilizando.

Num momento de insight, Eu disse para mim mesmo: " O que é que Eu estou fazendo aqui? " E me retirei dessa "casa de show", que na verdade é um mercado público municipal desativado, hoje em dia Eu sou completamente contra que entidades africanas espirituais disfarçadas de culturais recebam verbas do governo para apresentações culturais que na verdade são rituais espirituais do mal.

De lá Eu decidi ir para um bar e sentar numa mesa ao ar livre para refletir e me acalmar, mas pouco tempo depois chegaram os demônios do candomblé que Eu pensava que eram pessoas normais e meus amigos, o fotógrafo Costa Neto e como ele o Paulo Rasta e ambos estavam de carona no meu carro e me perguntaram porque Eu não havia chamado eles para ir ao bar, Eu ainda estava anestesiado com o que havia ocorrido na apresentação do candomblé do mal e fiquei calado tentando organizar o pensamento percebendo a cilada que eles haviam armado para mim.

Aí me lembrei que esse mesmo Paulo Rasta em noites anteriores oferecia cachaças artesanais que ele mesmo preparava e que o Costa Neto tomava e me oferecia, cachaças que deveriam ser misturadas com alguma droga e me veio a lembrança que Eu vi esse mesmo Paulo Rasta saindo algemado de uma Rave pois estava vendendo comprimidos de êxtase e LSD que escondia no seu cabelo rastafari, que dias depois ele me contou que o cabelo foi parcialmente raspado na delegacia de polícia ele me falando se sentindo ultrajado.

Eu nunca quis provar drogas químicas apesar de vivermos numa geração de fácil aceso a essas drogas, mas o Costa Neto diversas vezes me ofereceu falando todo empolgado que era ótimo. Mas mesmo assim não me convenceu.

Mas voltando ao bar, naquela noite enquanto os dois em inquiriram o porque de não tê-los esperado, chegou mais dois ditos amigos demônios e me ameaçaram, para completar a noite de síndrome do pânico.

De tantas agressões verbais e mentais Eu saí do bar arrasado com medo e revoltado e o subconsciente com essa repetição dessas agressões e ameaças verbais. Eu cheguei em casa e fui ler o Apocalipse da Bíblia como uma forma de defesa mental.

E, sozinho no meu quarto, enquanto lia a Bíblia, recomeçaram os insultos e agressões verbais espirituais, ou seja, Eu estava sozinho no quarto em presença física, mas espiritualmente estava cercado de demônios do candomblé africano. Eles começaram a gritar comigo e a espetar o meu corpo como forma de voodoo em ameaças tentando me tirar o meu senso comum e me assustar pois Eu nunca imaginava que isso existia de verdade, isso nunca havia passado pela minha cabeça.

Esses insultos duraram dias, Eu trabalhava na Estação TV e diuturnamente repetia orações e orava o Pai Nosso ensinado por Jesus para combater as vozes, como eles não davam trégua Eu tinha que rezar o dia todo sem parar para resistir a esse insulto do mal. Chegou ao ponto de tentarem afastar as órbitas dos meus olhos para me deixar estrábico e Eu para resistir colocava o dedo na frente dos olhos com o braço esticado e passava um bom tempo olhando para o meu dedo para manter o foco dos olhos e não deixar eles puxarem os meus olhos para fora do centro.

Durante as madrugadas enquanto orava o Pai Nosso a voz de duas mulheres do candomblé africano que Eu reconheci e uma delas inclusive quando a conheci se dizia cristã protestante, elas ficavam repetindo o nome de um Pai de Santo do candomblé africano que inclusive era o apelido do tal fotógrafo Costa Neto que se fez de meu amigo. E, enquanto Eu tentava dormir ficavam fazendo voodoo como o meu corpo como se estivessem com algum instrumento pontudo por dentro do meu corpo, por dentro da minha barriga, causando sensações muito desagradáveis e me assustando muito e me impedindo de dormir em paz.

Elas ficavam repetindo o nome do Pai de Santo do candomblé africano e falando sem parar o nome dele, dia e noite, era difícil manter a sanidade e a coerência de pensamento mas Eu resisti.

Então Eu procurei uma Igreja Presbiteriana e lá conheci algumas pessoas do bem e numa das madrugadas Eu recebi uma restauração espiritual e Eu vi anjos que me disseram a seguinte frase: " Perdoado de todos os pecados feitos no mundo." E senti uma restauração do órgãos que o candomblé africano vinha molestando com o seu voodoo.

Continua...

Revelation African spiritual act in Brazil, a warning to the rest of the world - Chapter 2

 Revelation African spiritual act in Brazil, a warning to the rest of the world - Chapter 2



Canon is one that compares.

To begin to expose your knowledge. understanding and reflection, I'm going to start citing three maximum for reflection:

1. Mens sana, corpore sano;

2. And the Word was made flesh;

3. Anthem Quote of the Proclamation of the Republic of Brazil ". But the war in 'trances' supreme we will fight and win freedom spreads its wings over us ..."


To make the trip to visit three cities in Brazil's Northeast Hinterland at the time of the June festivals, I combined with my new pseudo-friend to document the trip since he was a photographer of the Folha de Pernambuco, his name is Costa Neto, aka noggin, and we went together on the trip in my car sharing fuel costs. In the middle of the road at night, near the city of Arcoverde, he called the name of a Holy Father for help and as if it were a joke shouted the name of his last name and asked me to repeat like a joke. I jokingly told me in the Father as it was the same same photographer's own nickname.


The trip continued and the first night we spent in the city of Arcoverde and then we went to the city of Patos where we spent another night and then we went to the city of Campina Grande.

In this city while sleeping I had a dream where a Rastafarian black appeared with a knife and a human heart beating in the other and woke up scared, but I did not care about it.

The day went smoothly and we were photographing a sunset over rocks and the rock was high and I noticed the difficulty of my photographer friend in pseudo-acompanahar me in climbing since he was a smoker.


Upon returning to Recife, a few weeks later, he introduced me to the photographer Marcelo Lyra saying it was his partner and went in the house where the Marcelo kept the photographic studio which was in Lima Street (the street of TV Journal), upon entering the room the house, almost did not give to walk because the room was busy with about 50 wooden figureheads carved and crudely, I found it odd in funny, but did not give any importance to the fact.

Marcelo Lyra was to become cameraman campaign of Governor Eduardo Campos for president in 2014, and was with the same in the plane crash that killed during the presidential campaign.


 
 I stranger to hiring him to cover a policy since he had no experience Videographer campaign Factual nor Course Radio and TV to act as cameraman by profession so it should not have registration in the Regional Labor Office nor Registration on Union Radio and TV to practice as a videographer.

Continuing the cas in 2006 when I met Marcelo through the photographer Costa Neto, I had no idea, but they had each other a spiritual connection and there were contriving to articulate a spiritual trap against me. As I said in Chapter 1, "to walk with our African Iris is africaniza, meaning they subtly pass their beliefs to us.


To facilitate understanding are three architectures:

the architecture of Form;

the architecture of Sensations; and

the plot architecture.


The act of atmosphere with friendship from this photographer has lead to an African belief of a plot of unpleasant sensations.

That was the subtle tactic he used, little by little, leading me to meet people and go to shows I always causing unpleasant sensations culminating in concert at Market Eufrásio Barbosa. I thought it was a common show but was a presentation of a Candomble of African descent, and there began to harass me and accuse me verbally to embarrass me and insulting me on stage. I was paralyzed with fear and terror in the trance of verbal aggression and soon appeared a homosexual to cap the African Candomblé taking advantage of my momentary weakness to try to befriend, then calmly I was reflecting and realizing how their tactics and terror still in trance and they use a percussion instrument called "Abe" that will accelerate the insults you receive and they increase the pace as the repetition in your subconscious increases, that's what makes people sick, is repetition in the subconscious this is the Candomblé crime, the source of diseases, psycho-somatic, panic disorder and other is the repetition of the subconscious. I discovered this tactic them after much thought. So begins the act and the attempted domination.Continues ....

RRGMNS .'.
   

A Revelação do agir espiritual africano no Brasil, um alerta para o resto do Mundo - Capítulo 2

Cânone é aquele que compara.
Para começar a  expor para vosso conhecimento. entendimento e reflexão, Eu vou começar citando três máximas para reflexão:
1. Mens sana, corpore sano;
2. E o verbo se fez carne;
3. Frase do Hino da Proclamação da República do Brasil: " Mas na guerra nos ' transes ' supremos nós iremos lutar e vencer. Liberdade abre as asas sobre nós... "

Ao fazer a viagem para visitar três cidades do Sertão do Nordeste do Brasil na época das festas juninas, Eu combinei com o meu novo pseudo-amigo para documentar a viagem já que ele era fotógrafo da Folha de Pernambuco, o nome dele é Costa Neto, vulgo cuca, e fomos juntos na viagem no meu carro dividindo as despesas de combustível. No meio da estrada, à noite, próximo à cidade de Arcoverde, ele gritou o nome de um Pai de Santo pedindo ajuda e de como se fosse brincadeira gritou o nome do apelido dele e me pediu para repetir como se fosse uma brincadeira. Eu na brincadeira falei no me do tal Pai que era o próprio apelido do fotógrafo mesmo mesmo. 

A viagem prosseguiu e a primeira noite passamos na cidade de Arcoverde e depois seguimos para a cidade de Patos onde passamos mais uma noite e depois seguimos para a cidade de Campina Grande.
Nesta cidade ao dormir Eu tive um sonho onde um negro rastafari aparecia com uma faca na mão e um coração humano pulsando na outra e acordei assustado, mas não dei importância a isso.
O dia transcorreu normalmente e fomos fotografar um pôr do sol em cima de rochedos e a pedra era alta e Eu notei a dificuldade do meu pseudo-amigo fotógrafo em me acompanahar na escalada pois ele era fumante.

Ao voltar para Recife, algumas semanas depois,  ele me apresentou ao fotógrafo Marcelo Lyra dizendo que era sócio dele e fomos na casa onde o Marcelo mantinha o estúdio fotográfico que ficava na Rua do Lima ( mesma rua da TV Jornal), ao entrar na sala da casa, quase não dava para andar pois a sala estava ocupada com cerca de 50 carrancas de madeira esculpidas de forma bem tosca, Eu achei estranho em engraçado, mas não dei importância nenhuma ao fato.
Marcelo Lyra viria a se tornar cinegrafista da campanha do Governador Eduardo Campos à presidência no ano de 2014, e estava junto com o mesmo no acidente aéreo que os vitimou durante a campanha presidencial.

Eu estranho a contratação dele para cobrir uma campanha política pois ele não tinha experiência de Cinegrafista de Factual e nem Curso de Rádio e TV para exercer a profissão de cinegrafista portanto não deveria ter o Registro na Delegacia Regional do Trabalho e nem Registro no Sindicato de Rádio e TV para exercer a profissão de Cinegrafista.
Prosseguindo no caso, em 2006 quando conheci Marcelo através do fotógrafo Costa Neto, Eu não tinha idéia, mas eles tinham entre si uma ligação espiritual e estavam ali maquinando para articular uma armadilha espiritual contra mim. Como disse no Capítulo 1: " ao andarmos com africanos a nossa Íris se africaniza, ou seja, eles de forma sutil passam suas crenças para nós.

Para facilitar a compreensão são três as Arquiteturas: 
a Arquitetura da Forma; 
a Arquitetura das Sensações; e,
a Arquitetura do Enredo.

O agir da atmosfera com a amizade deste fotógrafo foi conduzir a uma crença africana de um Enredo de Sensações Desagradáveis.

Essa foi a tática sutil que ele usou, pouco a pouco, levando-me a conhecer pessoas e a ir para shows sempre me causando sensações desagradáveis até culminar no show no Mercado Eufrásio Barbosa. Eu pensei que era um show comum mas era uma apresentação de um candomblé de descendentes africanos, e lá começaram a me molestar e me acusar verbalmente a me constranger e a me insultar no palco. Eu fiquei paralisado de medo e terror no transe da agressão verbal e logo apareceu um homossexual com a touca do candomblé africano se aproveitando da minha fragilidade momentânea para tentar fazer amizade, depois com calma Eu fui refletindo e percebendo como é a tática deles e o terror continuava no transe e eles usam um instrumento de percussão chamado " Abê " que vai acelerando os insultos que você recebe e eles aumentam o ritmo à medida que a repetição no seu subconsciente aumenta, é isso que faz as pessoas adoecerem, é a repetição no subconsciente, esse é o crime do candomblé, a fonte das doenças, psico-somáticas, síndrome do pânico e outras é a repetição do subconsciente. Eu descobri essa tática deles depois de muito refletir. É assim que começa o agir e a tentativa de dominação.

Continua....



terça-feira, 2 de junho de 2015

Tomorrow I will post again a new brick of this piece of architecture for the defense of the innocent minds of European thought. Amanhã Eu postarei novamente um novo tijolo desta peça de arquitetura para a defesa das mentes inocentes e do pensamento europeu.

Amanhã Eu postarei novamente um novo tijolo desta peça de arquitetura para a defesa das mentes inocentes e do pensamento europeu.

Tomorrow I will post again a new brick of this piece of architecture for the defense of the innocent minds of European thought.

Mañana voy a publicar de nuevo un nuevo ladrillo de esta pieza de la arquitectura para la defensa de los inocentes y las mentes del pensamiento europeo.

Morgen zal ik weer post een nieuwe bakstenen van dit stuk van de architectuur voor de verdediging van de onschuldige en de geest van de Europese gedachte.

Morgen werde ich wieder Neues Ziegel dieses Stück Architektur für die Verteidigung der Unschuldigen und den Verstand des europäischen Denkens.

Domani postare di nuovo un nuovo mattone di questo pezzo di architettura per la difesa degli innocenti e le menti del pensiero europeo.

Demain, je vais poster à nouveau une nouvelle brique de cette pièce d'architecture pour la défense de l'innocent et les esprits de la pensée européenne.

Завтра я буду публиковать снова новый кирпич этой части архитектуры для защиты невинных и умах европейской мысли.