segunda-feira, 3 de julho de 2017

SOBRE PAES BARRETO FREI CANECA DIZ O SEGUINTE: " "Pode Sua Majestade dar padrões de tenças, títulos de barões, viscondes, condes, marqueses e duques; porém dar ciência a um tolo, valor a um covarde, virtude a um vicioso, honra a um patife, amor da pátria a um traidor, não pode Sua Majestade." EU NÃO SABIA QUE 200 ANOS DEPOIS DA REVOLUÇÃO VOCÊS SE FAZIAM DE AMIGOS, MAQUINAVAM CILADAS, PERSEGUIAM OS DESCENDENTES, ESCÓRIA ESPÚRIA HIPÓCRITA

Francisco Pais Barreto (PAES BARRETO), primeiro e único Visconde e Marquês do Recife[1][2] (Cabo26 de maio de 1779 — Cabo, 26 de setembro de 1848), foi um político brasileiro, capitão-mor da vila do Cabo e morgado do Cabo.
Foi membro da junta do governo da Província de Pernambuco, conhecida como "Governo dos Matutos", que durou de setembro de 1822 a dezembro de 1823.
A sua nomeação como presidente da Província, pelo imperador D. Pedro I no início de 1824, desencadeou a crise que levou à eclosão da Confederação do Equador. Sobre essa nomeação, Frei Caneca assim se manifestou, à época, nas páginas do Typhis Pernambucano:
"Pode Sua Majestade dar padrões de tenças, títulos de barões, viscondes, condes, marqueses e duques; porém dar ciência a um tolo, valor a um covarde, virtude a um vicioso, honra a um patife, amor da pátria a um traidor, não pode Sua Majestade."
A indignação de Frei Caneca devia-se ao posicionamento de Francisco de Paes Barreto durante a Confederação do Equador. Anteriormente, durante a Revolução Pernambucana (1817), Paes Barreto fora uma figura decisiva. No entanto, no caso da Confederação do Equador, colocara-se radicalmente contra o movimento separatista pernambucano, tendo sido um dos líderes daqueles que defendiam a União com o governo central. Paes Barreto foi às armas e sufocou os revoltosos, o que inspirou sentimentos de amor mas também de ódio entre os pernambucanos, com relação a ele.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Pais_Barreto


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