domingo, 6 de agosto de 2017

Duas Patentes Químicas em Datas Decisivas : 1914 (Primeira Guerra Mundial) Patente da Droga Ecstasy e em 1943 (Segunda Guerra Mundial) Patente da Droga LSD. As Drogas para facilitar o Homossexualismo, ou seja, A FÁBRICA DE GAYS

Duas Patentes Químicas em Datas Decisivas : 1914 (Primeira Guerra Mundial) Patente da Droga Ecstasy e em1943 (Segunda Guerra Mundial) Patente da Droga LSD. As Drogas para facilitar o Homossexualismo, ou seja, A FÁBRICA DE GAYS

Inventor do Ecstasy:
Anton Köllisch, nascido em 1888 e falecido em 1916, foi um químico alemão que criou o registo da patente do MDMA, metileniodioxioximetanfetamina que mais tarde veio a ser conhecido como "Ecstasy". O químico foi pedido pela empresa farmacêutica Merck a 24 de Dezembro de 1912. O Ecstasy foi desenvolvido especialmente para militares pois combatia a fome e o sono. A patente foi aceite em 1914 e quando Anton Köllisch faleceu ainda não sabia o impacto que o MDMA teria.


Inventor do LSD: 
Dr. Abert Hofmann

A História do LSD abaixo:


Nos idos de 1920, em Zurique, na Suíça, um jovem trabalhava para conclusão de seus estudos em química. Em uma época de tecnologia muito precária, o estudante usou o suco gastrointestinal da lesma de jardim para conseguir fazer a degradação enzimática da quitina, molécula que compõe a estrutura de cascas, conchas, asas e garras de insetos, crustáceos e outros animais. A estrutura nitrogenada mostrou-se semelhante à da celulose, o material estrutural das plantas. Os resultados, obtidos em apenas três meses, renderam um doutorado com “distinção de mérito”. Em seguida, o recém doutor teve três possibilidades de emprego, e escolheu a compania Sandoz, pois ali poderia trabalhar com produtos naturais, que eram os que lhe fascinavam, enquanto as duas outras ofertas eram de trabalhos com química sintética.
Assim, em 1929 o destacado recém-doutor iniciou sua carreira profissional no laboratório do Prof. Arthur Stoll, fundador e diretor do departamento farmacêutico da Sandoz. O objetivo do departamento era isolar os princípios ativos de plantas medicinais, produzindo assim medicamentos com moléculas estáveis derivadas das presentes nas plantas, que muitas vezes são instáveis e difíceis de se manipular. As plantas escolhidas eram a dedaleira (Digitalis purpurea e outras do mesmo gênero), a cebola do mar (Scilla maritma) e o ergot (ou esporão) do centeio, que tinham pouco uso médico dada a instabilidade dos compostos e da consequente dificuldade de se estabelecer a dosagem. O jovem dedicou-se então a estudar a Scilla por alguns anos. Os princípios ativos já haviam sido isolados anteriormente e poderiam ser usados para tratamento de insuficiência cardíaca. A Sandoz já comercializava uma preparação farmacêutica com este propósito, mas a estrutura das moléculas ainda era desconhecida. O trabalho, que terminou em 1935, elucidou a estrutura destas moléculas, mostrando semelhanças com princípios conhecidos, isolados de glândulas na pele de sapos. Ponto final, linha de pesquisa encerrada.
Foi aí então que nosso protagonista buscou um novo campo de estudo, e pediu ao chefe para continuar suas pesquisas com os alcalóides do ergot, iniciadas no final da I Guerra Mundial, em 1917, e que prontamente levaram ao isolamento da ergotamina em 1918, o primeiro alcalóide do ergot obtido em forma pura.
A Sandoz também já comercializava o produto para tratamento de hemorragias no parto e de dores de cabeça, sob o nome Gynergen. Mas a pesquisa com o ergot tinha parado por aí. Justificando que laboratórios norte-americanos estavam investindo nesta linha, e portanto a Sandoz deveria seguir estudando o ergot para não perder a liderança, o novo empregado conseguiu o que queria, mas recebeu um aviso do Prof. Stoll: “Eu devo lhe alertar das dificuldades que você enfrentará com os alcalóides do ergot. Eles são excessivamente sensíveis, se decompõem facilmente, e são menos estáveis do que qualquer composto que você investigou na área dos glicosídeos cardíacos. Mas você é bem vindo para tentar”. Definia-se neste momento a área principal em que trabalharia por toda sua longa e produtiva vida, com “enorme entusiasmo e alegria criativa de embarcar num campo tão pouco investigado.”
Descrição: https://i0.wp.com/farm4.static.flickr.com/3350/3278751411_ff1ea448df.jpg
Claviceps purpurea, o ergot do centeio
O ergot é produzido por um fungo, o Claviceps purpurea, que cresce no centeio ou, em menor quantidade, em outros cereais e grãos. Caroços infestados com o fungo têm tom marrom-escuro ou um marrom mais próximo do roxo. O ergot usado medicinalmente é o do centeio (Secale cornutum).
A história do ergot é fascinante por si só. Antigamente temido como veneno, foi depois considerado valioso depósito de remédios. Na idade média, o ergot foi a causa de envenenamentos coletivos e por muito tempo misteriosos que apareciam em duas formas, o ergotismus gangraenosus e o ergotismus convulsivus.


St Anthonys fire
Estes pacientes eram tratados pela ordem de Santo Antônio, que se tornou o padrinho do ergotismo, ou fogo de santo Antônio (St. Anthony’s fire).
As epidemias de envenenamento pelo ergot cederam com a descoberta de que o pão contaminado era a causa, mas epidemias foram registradas no sul da Rússia ainda em 1926-27. O primeiro relato de uso medicinal do ergot é de 1582, para facilitar o parto, mas este uso não é muito seguro para o bebê pois a dificuldade na dosagem causa espasmos fortes do útero. Somente com a determinação da estrutura química dos alcalóides do ergot por laboratórios ingleses e norte-americanos em 1930 que o estudo do ergot ganhou força. Os pesquisadores Jacobs e Craig em Nova Iorque chamaram o núcleo químico presente em todos os alcalóides do ergot de ácido lisérgico. Portanto, o entusiasmado Dr. Abert Hofmann começou a trabalhar com modificações do ácido lisérgico, adicionando diversos radicais, como aminas, através de um processo conhecido como Síntese de Curtius. Combinando o ácido lisérgico com a propanolamina ele obteve um composto idêntico à ergobasina, composto presente naturalmente no ergot, completando então a primeira síntese (produção artificial) de um alcalóide do ergot. Após este sucesso, a pesquisa avançou, rendendo o medicamento Methergine, que se tornou um líder na área da obstetrícia. Em 16 de novembro de 1938, Hofmann produziu a vigésima-quinta substância na série de modificações do ácido lisérgico, com o intuito de obter um composto que funcionasse como estimulante respiratório e circulatório (um analéptico), dada a similaridade estrutural com um analéptico em uso à época, a dietilamida do ácido nicotínico (Coramine). Os testes no departamento farmacológico da Sandoz revelaram efeitos fortes no útero, cerca de 70% dos efeitos da ergobasina que já estava em uso. Também foi notado que os animais de laboratório usados no experimento ficaram inquietos. Mas os efeitos não eram o suficiente para os interesses da Sandoz e os testes com esta molécula foram descontinuados. Nos próximos cinco anos, Hofmann avançou com outros estudos com o ergot, criando o medicamento Hydergine para melhora da circulação periférica e da função cerebral na geriatria, que se tornou o principal produto da Sandoz por muitos anos. É dele também o Dihydergot, medicamento para estabilização da circulação e da pressão sanguínea. Tudo isso trabalhando praticamente sozinho, o que contrasta com as grandes equipes que trabalham nos modernos laboratórios de química atualmente. Os resultados sem dúvida já haviam consolidado sua carreira e comprovado sua competência.
Mas de alguma forma a intuição de Hofmann não o deixava esquecer a vigésima-quinta modificação do ácido lisérgico, o LSD-25 (Lyserg-saure-diathylamid). “Um presentimento peculiar – a sensação de que esta molécula poderia ter propriedades não estabelecidas nas primeiras investigações – me induziram, cinco anos após a primeira síntese, a produzir o LSD-25 de novo”, conta em seu brilhante e fascinante livro “LSD, My Problem Child” (ainda sem tradução para o português). Assim, de maneira não usual, na primavera de 1943, em plena II Guerra Mundial, enquanto a Europa sofria com as catástrofes da violência generalizada e com os campos de concentração do nazismo, Hofmann quebrou o protocolo da empresa, que considerava as moléculas uma vez descartadas como definitivamente fora do programa de pesquisas, e resintetizou o LSD-25. Isso sem que houvesse qualquer dado concreto que o levasse nessa direção. Apenas ouvindo sua voz interior, Hofmann protagonizou uma descoberta serendipituosa fantástica, provavelmente a mais espantosa da história da ciência. Nos passos finais da síntese, durante a purificação e cristalização da dietilamida do ácido lisérgico na forma de um tartrato (um sal), Hofmann foi interrompido por sensações incomuns. Em seu relatório para o Prof. Stoll escreveu:
“Na última sexta-feira, 16 de abril de 1943 fui forçado a interromper meu trabalho no laboratório no meio da tarde, e fui para casa, afetado por uma inquietude exagerada, combinada com uma leve tontura. Em casa deitei e mergulhei numa não-desagradável condição de intoxicação, caracterizada por uma imaginação extremamente estimulada. Em um estado onírico, com olhos fechados (a luz do dia era desagradavelmente brilhante), eu percebia um fluxo ininterrupto de figuras fantásticas, formas extraordinárias com um jogo intenso de cores caleidoscópicas. Após umas duas horas esta condição passou.”
A experiência tinha sido marcante, tanto no seu início súbito quanto no desenrolar extraordinário. O já experiente químico sabia que tinha se intoxicado com o material com que trabalhava, mas daí veio a questão: Como havia tomado contato com o material? Ele sabia da toxicidade dos alcalóides do ergot desde o início de seu trabalho nesta linha, cerca de oito anos antes, e sempre manteve hábitos de trabalho rigorosos. Possivelmente em alguma etapa uma parte do material devia ter entrado em contato com sua pele. Se este fosse de fato o caso, o LSD-25 teria de ser uma substância com potência extraordinária. Para saber, só havia uma maneira: Hofmann decidiu tentar um auto-experimento controlado.
Com extremada cautela, ele pensou na menor quantidade possível para fazer algum efeito psíquico. Decidiu então por tomar 0,25 mg (0,00025 gramas) do tartrato da dietilamida do ácido lisérgico, no dia 19 de abril de 1943, a páscoa judaica. Enquanto na Polônia as tropas nazistas da Waffen SS invadiam os guetos com 2000 soldados fortemente armados, que investiam contra cerca de 1200 judeus que resistiam com coquetéis molotov e algumas pistolas, Hofmann protagonizou o passeio de bicicleta mais famoso da história. Dadas as imposições da guerra, havia restrição ao uso do automóvel, e o auto-experimento com o que seria uma diminuta dose de qualquer outra substância catapultou Hofmann em tal estado mental que ele necessitou ajuda de sua auxiliar para pedalar de volta pra casa logo no início dos fortes efeitos. Pedalando com dificuldade, os sintomas que se pareciam com os da sexta-feira anterior começaram se tornar assustadores. Sua visão ondulava e tudo parecia como refletido em um espelho curvo. Sua sensação era de não conseguir sair do lugar, mas depois a assistente avisou que na verdade eles foram bem rápido.


Chegando em casa, Hofmann mal conseguia falar, e com dificuldade solicitou o médico e pediu que lhe trouxessem leite do vizinho. Apesar dos delírios e da condição alucinante, o pensamento por vezes era claro, e a escolha do leite é porque este pode ser usado como um antídoto inespecífico para envenamento. A tontura e a sensação de desmaiar eram fortes, e ele teve de deitar-se no sofá. O ambiente então se tranformava nas mais terríveis maneiras. Tudo girava e a mobília da sala assumia formas grotescas e ameaçadoras, perpetuamente em movimento. Ao longo da tarde ele bebeu mais de dois litros de leite, trazidos pela vizinha, que ele foi incapaz de reconhecer, pois mais parecia uma bruxa. Em seus relatos, Hofmann enfatiza que mais assustador que as alterações do mundo externo eram as sensações internas, as transformações de seu eu interior: “A sensação era muito real de que um demônio tinha me invadido, tomado conta de meu corpo, minha mente e minha alma. Eu estava tomado pela sensação aterrorizante de ficar louco. Fui transportado para outro lugar, outro mundo, outra época. Meu corpo estava sem sensações, sem vida. Estaria eu morrendo? Seria esta a transição?” Depois relata que por vezes sentia-se fora do próprio corpo, e então podia tomar consciência da proporção de sua tragédia: “Será que minha família compreenderia que eu não havia experimentado de maneira inconsequente e impensada? Pelo contrário, que havia sido com a mais extremada cautela e que tal resultado era totalmente imprevisível? […] Então havia também uma ironia amarga: se agora eu fosse deixar este mundo prematuramente, seria por causa desta dietilamida do ácido lisérgico que eu mesmo trouxe à existência”.


 

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

História da cidade de Nova Iorque

História

Ver artigo principal: História da cidade de Nova Iorque
Lower Manhattan, em 1660, quando fazia parte de Nova Amsterdã. O norte é para a direita.
A região era habitada por nativos norte-americanos das tribos lenapes no momento da sua descoberta europeia, em 1524,[52] por Giovanni da Verrazano, um explorador florentino a serviço da coroa francesa, que chamou de "Nouvelle Angoulême" (Nova Angoulême).[53] O assentamento europeu começou com a fundação de uma colônia holandesa de comércio de peles, que mais tarde seria chamada "Nieuw Amsterdam" (Nova Amsterdã), na ponta sul de Manhattan em 1614. O diretor-geral colonial holandês Peter Minuit comprou a ilha de Manhattan dos lenapes em 1626 pelo valor de 60 florins,[54] (cerca de US$ 1000 em 2006);[55] uma outra lenda diz que Manhattan foi comprada por US$ 24 no valor de contas de vidro.[56][57]
Os primeiros moradores de Nova Iorque foram 23 judeus de origem portuguesa que chegaram em 7 de setembro de 1654 na Nova Amsterdã, um entreposto da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais, fugindo da Inquisição no Recife.[58][59]Das 16 naus que partiram às pressas do Recife, uma foi saqueada na Jamaica e 23 judeus viajaram até a ilha de Manhattan, sem bens, onde estabeleceram residência e trabalharam no comércio.


Os primeiros judeus chegados à cidade norte-americana de Nova Iorque, fundadores da primeira sinagoga local, eram refugiados do Recife e membros da sinagoga Kahal Zur Israel.

Os primeiros judeus chegados à cidade norte-americana de Nova Iorque, fundadores da primeira sinagoga local, eram refugiados do Recife e membros da sinagoga Kahal Zur Israel.[1]

A PRÓXIMA INSTRUÇÃO SE CHAMARÁ " IGNOMÍNIA" A AÇÃO DA INQUISIÇÃO CATÓLICA PARA A TROCA DE SOBRENOMES E A PERDA DA IDENTIDADE ANCESTRAL.

Fuga para América Central e América do Norte[editar | editar código-fonte]
Com a rendição dos exércitos holandeses, em 27 de janeiro de 1654, uma população de cerca de 400 judeus residentes no Recife teve “o prazo de três meses para liquidar seus negócios e abandonar o país.
Os súditos holandeses, porém, que quisessem permanecer com os seus negócios e propriedades, no Brasil, teriam o mesmo tratamento dos estrangeiros residentes em Portugal.
Como o prazo dado era por demais diminuto, a população judia, particularmente os cristãos-novos convertidos do judaísmo ao cristianismo, passou a temer os castigos do Tribunal da Inquisição. O governador português, Francisco Barreto de Menezes, em sua proclamação de 7 de abril, somente admitia a prorrogação da permanência daqueles judeus que nunca haviam sido batizados, “os judeus que anteriormente haviam sido cristãos, estavam sujeitos à Santa Inquisição, um assunto em que não podia interferir”. No dia seguinte à proclamação, “um grupo de judeus solicitou, com êxito, às autoridades holandesas, uma provisão de alimentos suficiente para viajar à França no navio português São Francisco, tendo em conta que se tratava aproximadamente de 150 pessoas”.
Tomados de medo e de pavor, cerca de 400 judeus ganharam novamente o oceano em busca dos Países Baixos e, porque lá não encontraram meios de subsistência, outra vez retornaram ao Novo Mundo estabelecendo novas comunidades no Caribe - Martinica, Barbados, Curaçau, Jamaica, onde se dedicaram à indústria do açúcar, fundando novos engenhos e cultivando as mudas de cana que haviam importado de Pernambuco, bem como a cultura do fumo, estabelecendo-se outros na América do Norte, que, na época, iniciava a colonização da Nova Amsterdã (Nova York).
Conta o chaham de Amsterdã, Saul Levi Mortera, pouco antes do seu falecimento em 1660, no manuscrito a Providencia de Dios con Israel, a curiosa saga de um grupo de judeus saídos do Recife: "Dois passageiros do navio Valk tiveram o seu barco tomado por espanhóis que os ameaçavam de entregá-los à Inquisição. Na Jamaica, porém, foram os judeus libertados pelos franceses e, com eles, rumaram em direção à Nova Amsterdã, a bordo do barco Sainte Catherine".
Desse grupo, 23 judeus, entre homens, mulheres e crianças, já se encontravam na Nova Amsterdã em setembro de 1654, fundando assim a primeira comunidade judaica daquela que veio a ser a cidade de Nova Iorque.
Em 1954, por ocasião do terceiro centenário da chegada dos primeiros judeus a Nova Iorque, o local do desembarque foi assinalado com marco em pedra colocado pelas autoridades estaduais, com os dizeres (em tradução):
“Erguido pelo Estado de Nova York em homenagem à memória dos vinte e três homens, mulheres e crianças que aqui desembarcaram em setembro de 1654 e fundaram a primeira comunidade judaica da América do Norte”.
Estudando o tema, o historiador Arnold Wiznitzer nos dá informes preciosos em seu livro:
“A maioria de quase cento e cinqüenta famílias judaicas que partiram do Brasil - Holandês se destinava à Holanda. Dali, algumas delas eventualmente voltaram ao Novo Mundo para fundar novas comunidades judaicas na região do Caribe. Algumas foram de Amsterdã para a Inglaterra, outras para a América do Norte. Algumas tiveram de enfrentar grandes dificuldades em suas viagens. Os ocupantes de pelo menos dois navios caíram nas mãos do inimigo, logo depois que deixaram o Brasil. Um manuscrito não publicado, escrito pelo principal chaham (rabino) de Amsterdã, Saul Levi Morteira (m. 1660), relata que um dentre os dezessete navios portugueses cedidos por Barreto Francisco Barreto de Menezes foi capturado pelos espanhóis, que queriam entregar os pobres judeus à Inquisição. Entretanto, antes que pudessem realizar suas más intenções, o Senhor fez com que aparecesse em cena um navio francês que libertou os judeus dos espanhóis e os conduziu a salvo para a Flórida ou para as novas Terras Baixas, de onde partiram em paz para a Holanda”
Um segundo grupo foi detido na ilha de Jamaica pelos espanhóis e, parece que em novembro de 1654 ainda estava lá, ocasião em que representantes dos judeus de Amsterdã intercederam em favor das pessoas da nação judaico-portuguesa que partiram do Recife na fragata Valk. Sua petição solicitava que os cônsules holandeses de Cadiz e San Sebastian interviessem junto ao Rei de Espanha a fim de rogar a libertação dos prisioneiros judeus-brasileiros. O governo holandês deferiu imediatamente o pedido dos judeus, e no mesmo dia escreveu aos cônsules declarando, entre outras coisas, que considerava muito sério esse caso.
“Desse grupo, vinte e três (23) tiveram melhor sorte: o mais antigo volume existente dos relatórios da cidade de Nova Iorque mostra que já em setembro de 1654 havia em Nova Amsterdã vinte e três (23) refugia-dos do Brasil, todos chegados do Cabo de San Antonio, Cuba, no barco Sainte Catherine. As circunstâncias que rodearam a sua partida do Recife no navio Valk, sua libertação dos espanhóis na Jamaica e sua eventual chegada em a Nova Amsterdã na companhia de um grupo de calvinistas holandeses foram ventiladas em outro livro do autor 5. Entre esses vinte e três (23) adultos e crianças, identificamos três homens citados no relatório da cidade como pessoas que assinaram o livro de atas da Congregação Zur Israel do Recife, no ano de 1648: Abraham Israel, David Israel e Mose Lumbroso.
O Rosh Hashanah (ano novo judaico), no ano de 5415, caiu em 12 de setembro, e os adultos entre esses judeus, juntos com muitos outros que já estavam em a Nova Amsterdã, bem podiam ter dirigido nesse dia o primeiro dos cultos divinos a realizar-se na Ilha de Manhattan. Esses vinte e três judeus, refugiados do Brasil, foram os fundadores da primeira comunidade judaica de Nova York.
Antes desse grupo, segundo relata José Antônio Gonsalves de Mello, já se encontrava em terras da Nova Amsterdã o judeu ashquenazita Jacob Barsimson - deve ser Jacob bar Simson, cujo nome aparece mencionado em documento do Recife, em 31 de março de 1647 (Dag. Notulen).
Fora ele o primeiro judeu a se fixar na que viria a ser a cidade de Nova York, para onde se transferiu através da Holanda. A informação é acrescida por Günter Böhm, salientando que Barsimson, depois do seu regresso do Brasil, saiu da Holanda a bordo do navio Pereboom, tendo aportado na Nova Amsterdã (depois Nova York) em 8 de julho de 1654, um pouco antes da chegada dos 23 judeus vindos do Recife.
Segundo comprovação de pesquisas junto ao arquivo do cemitério da Kahal Kadosh Shearith Israel, ou seja, Santa Congregação “O Remanescente de Israel”, daquela cidade, membros da Congregação Zur Israel do Recife aparecem em documentos da época. Um deles, Benjamin Bueno de Mesquita, um dos 172 subscritores do Haskamot, firmado no Recife em 30 de novembro de 1648, ali falecido em 1683, tem a sua lousa tumular preservada naquele cemitério.

Histórico[editar | editar código-fonte]

A Kahal Zur Israel (Congregação Rochedo de Israel) foi a primeira sinagoga das Américas. Funcionou em Pernambuco durante o período de dominação holandesa (1630 a 1657). [1]
Durante esse período emigraram para o Recife milhares de judeus sefarditas de origem portuguesa, refugiados nos Países Baixos, que vieram para a então colônia holandesa atraídos pela liberdade de culto religioso. Seu primeiro rabino foi o luso-holandês Isaac Aboab da Fonseca (1605-1693) que chegou ao Recife em 1641 e ficou por lá durante 13 anos. Derrotados na Batalha dos Guararapes, fruto da Insurreição Pernambucana, as famílias judias retornaram para a Holanda a bordo do navio Valk. O desembarque ocorreu em Nova Amsterdã, atual Nova York, onde os judeus formaram a Congregação Shearit Israel, a primeira comunidade judaica da América do Norte.[1]
O material arqueológico datado do século XVII, foi recentemente identificado pelo Iphan e pela Universidade Federal de Pernambuco(UFPE). Como comprovação da existência e funcionamento da Congregação, foi identificada a construção de uma piscina com sete degraus - um "mikvê" - utilizada em rituais de banho de purificação. A fachada do prédio data do século XIX e, atualmente, abriga o Centro Cultural Judaico de Pernambuco. [1].
Os primeiros judeus chegados à cidade norte-americana de Nova Iorque, fundadores da primeira sinagoga local, eram refugiados do Recife e membros da sinagoga Kahal Zur Israel.

https://pt.wikipedia.org/wiki/Sinagoga_Kahal_Zur_Israel


quinta-feira, 3 de agosto de 2017

A JIHAD AFRICANA NO BRASIL - O ATAQUE AO BALANÇO QUÍMICO HORMONAL DO CORPO - CRONOLOGIA NECESSÁRIA PARA ENTENDIMENTO DA PROGRESSÃO E DAS TENTATIVAS DE HOMOSSEXUALIZAÇÃO IMPLEMENTADAS PELA ESPIRITUALIDADE AFRICANA NO COTIDIANO DA MINHA VIDA EM RECIFE

A JIHAD AFRICANA NO BRASIL - O ATAQUE AO BALANÇO QUÍMICO HORMONAL DO CORPO - CRONOLOGIA NECESSÁRIA PARA ENTENDIMENTO DA PERSEGUIÇÃO DA PROGRESSÃO E DAS TENTATIVAS DE HOMOSSEXUALIZAÇÃO IMPLEMENTADAS PELA ESPIRITUALIDADE AFRICANA NO COTIDIANO DA MINHA VIDA EM RECIFE

CRONOLOGIA NECESSÁRIA PARA ENTENDIMENTO DA PROGRESSÃO DA PERSEGUIÇÃO E DAS TENTATIVAS DE HOMOSSEXUALIZAÇÃO IMPLEMENTADAS PELA ESPIRITUALIDADE AFRICANA NO COTIDIANO DA MINHA VIDA EM RECIFE.


RELATÓRIO DE FATOS BIOGRÁFICOS PARA ESTUDO DE CASO E CONSCIENTIZAÇÃO DA EUROPA.

OS AFRICANOS NA PRIMEIRA GERAÇÃO SÃO REFUGIADOS, NA TERCEIRA E NA QUARTA GERAÇÃO JÁ ESTARÃO IMPLANTANDO AS SUAS CRENÇAS DOS SACERDOTES HOMOSSEXUAIS AFRICANOS COM MÉTODOS ESPÚRIOS.

Em 1980 / 1981  ( aos 8 / 9 anos de idade ) ; Eu coloquei o braço quebrado de um amigo no lugar e o pai dele me convidou para ir para a piscina do Clube dos Sargentos da Aeronáutica e depois na volta fez um "desvio", uma " escala " no Terreiro do Sacerdote Africano que colocava Búzios e Cartas, antes de me deixar em casa. A intenção era me mostrar ao diabólico Sacerdote Africano.
Hoje em dia não é mais necessário com o argumento da " Festa" no terreiro. Coco-de Roda, Afoxé e Candomblé agora estão disfarçados de manifestação cultural. O Espiritismo Africano acessa mais facilmente toda a coletividade, não precisam mais inventar convites de levar as crianças (filhos dos outros) pro clube ou para piscina, ou distribuir doces e pipoca na Festa de Cosme e Damião no sincretismo religioso africano e Católico.
O Hino Nacional, Duque Estrada e o início da minha qualidade poética: A Defesa Heterossexual;

1981 - Férias em Arcoverde e o Tio Gay;

Adolescência de Ostracismo Implementada pelo Sistema Philos Umbanda / Candomblé;

1989 - aos 17 anos: A Sutil Perseguição Homossexual Espiritual na Férias em Porto de Galinhas;

1989 - A Segunda Falência do meu Pai, O Mercadinho e O Desenho da Minha Primeira Concepção de Patente;

1991 / 1992 - Coordenação do Censo, estudo de Mapas, a Eleição de Jacó Prefeito da Cidade do Cabo de Santo Agostinho em Pernambuco e a Venda da Minha Prancheta de Desenho, o Jogo da Seleção Brasileira de Futebol e a Venda da Casa de Veraneio - A Proteção da Minoria Vulnerável -  Eu e um amigo ( a minoria vulnerável ) contra um grupo de uns 20 afrodescendentes, o tijolo na cabeça do meu amigo e o Vento Celeste;

1994 - O Curso de Radialismo; a Metalúrgica do Meu Primo e o meu desenho de uma bucha de nylon cônica: a primeira remessa de recebimento do produto e a segunda remessa de recebimento defeituosa comprada no torneiro após a identificação da fraude do sócio do meu primo;

1996 - Trabalhando na Rádio Tribuna FM, escrevendo a Poesia para a Musa Inspiradora nas madrugadas da Rádio e o assédio do Gerente de Marketing da TV Tribuna Gay; A Visita a Oficina das esculturas deformadas de Francisco Brenand, depois de conhecê-lo, ele solta uma gracinha para a minha companheira de visita, perco a Musa da Poesia e passo uns 3 meses sem conseguir almoçar vomitando tudo que tentava comer;

2 anos de Ostracismo depois da visita na Oficina do Diabo Brenand;

1998 - A  Patente que Eu inventei para Alessandra se Formar e Concluir o Curso de Arquitetura na UFPE; e os amigos gays da indução do uso de Drogas Químicas em Comprimido, as Festas Raves e o casal bissexual na Praia da Pipa, em analogia a cena o touro do Filme The Big Country;

1999 - A Rádio Tribuna FM, a briga entre Gerentes: Sabotagem na Rádio, 2 amigos técnicos em eletrônica ameaçados de demissão por incompetência, Eu assisto da platéia passivo ou intervenho solucionando o problema técnico?
O Espiritismo Gay tentando me ameaçar, tentando me deixar passivo e temeroso para garantir o meu emprego.
Consequências de Evitar o Prejuízo financeiro na Rádio por ter solucionado o problema e colocado a Rádio no Ar: Perseguição por Advertências e Suspensões.
O Meu Pedido de Demissão.

2000 - Inauguração da TV Guararapes

1998 a 2001 - 3 anos de Ostracismo sem namorada, Obra da Difamação Espiritual Africana;

2003 - A Compra do Sítio, Engenho Utinga, encontrando a Ancestralidade do Meu Bisavô Paterno;
O Projeto de Reflorestamento da Barragem de Utinga e de Saneamento da Vila Rural da Antiga Usina Mercês que polui com esgoto doméstico, o rio que abastece a Barragem;
Os Meus Estudos da Química do Solo, uma conexão em um insight para uma Patente de Remédio para a Cura de Câncer;

A JIHAD AFRICANA NO BRASIL - O ATAQUE AO BALANÇO QUÍMICO HORMONAL DO CORPO

2004 - A Demissão da TV, a Noiva e o Amigo Gay da Minha Noiva;

2005 - Inauguração da Estação TV ( Canal 14 ) Estúdios Reunidos Ltda., a Mudança para o Bairro da Tamarineira, Zona Norte de Recife: o vizinho Marcílio, assessor do Deputado Federal Fernando Ferro e sua ONG, Paulo Rasta financiado pelo Deputado Fernando Ferro para viajar comigo para o Festival de Inverno de Garanhuns, Dinheiro Público para o Diabolismo Africano de Ataque da Mente e tentativa de dominação do corpo Mediante Tortura Espiritual; O chamado Costa Neto Efetivo ou Milícia Africana em configuração mais agressiva se formando em 2005;

maio de 2005: A Festa ( Ritual Africano) na Praia do Paiva chamada  de " Festa da Lavadeira";
Philos Homossexual, ONGs e Sensibilização Social, a Tática de Implantação da Crença Africana em Todas as Classes Sociais;

junho de 2005: viagem para as Festas Juninas, Arcoverde, Patos e Campina Grande, na companhia de Costa Neto, o ataque espiritual do Candomblé; A amizade com Marcelo Lyra ( através de Costa Neto, vulgo " Pai Cuca " ), no seu Estúdio da Rua do Lima, em frente à TV Jornal;

julho de 2005 - Festival de Inverno de Garanhuns, uma madrugada inteira chorando copiosamente sem parar; rios de lágrimas;

setembro de 2005 - Inauguração da Estação TV;

dezembro de 2005 - " Festa " de Afoxé no Mercado Eufrásio Barbosa se transforma no Ritual da Presa Africana como nos filmes de Tarzan só que na vida real, acusações, ameaças de morte, temeridade, imobilização, síndrome do pânico e insultos. A finalidade dessa reunião não era proporcionar bem-estar e sim estragar o Balanço Hormonal Químico do meu corpo.

A Fogueira da Inquisição Africana; O Abê e a Presidente das Conxitas, o Abê destrói a mente pela repetição do Ritmo acelerando o subconsciente na repetição gutural.
Por isso a Caxirola foi Proibida em 2014 na Copa da Fifa por emitir frequência de som de repetição semelhante a emitida pelo Abê.

dezembro de 2005 - Entrevista marcada com Mateus Antunes, então Presidente do Porto de SUAPE em Pernambuco, através de Léa Campos sua secretária. Ataque espiritual africano, a caminho da entrevista em Suape que não foi realizada;

16 de dezembro de 2005 - Lançamento da Pedra Fundamental da Refinaria Abreu e Lima em Pernambuco: Através do me primo Valderlan Galindo, Eu conheci Carmen Lucy Freitas que, segundo o meu primo, seria ponte de acesso ao Presidente Lula e diante disso, por indicação do meu primo, ela se tornou vice-presidente da OSCIP que Eu criei com a intenção de realizar o Projeto de Reflorestamento e Saneamento da Barragem de Utinga. A única participação desta mulher foi: tínhamos marcado e irmos juntos para o Lançamento da Pedra Fundamental da Refinaria Abreu e Lima, no Porto de Suape, em Pernambuco. Ao chegar a sua casa ela estava acompanhada de um débil mental alcoolizado e disse que este cidadão iria conosco. Ao chegar lá ao Porto de SUAPE, na Cerimônia da Refinaria a Carmen Lucy Freitas me diz que vai voltar de Limousine com o Presidente Lula e Hugo Chavez ( Presidente da Venezuela ) e me deixa voltar dirigindo sozinho ao lado de um débil mental da favela que estava alcoolizado e que ela trouxe sob a sua guarda. 
Mais uma viagem sob surto espiritual provocada por essas Entidades Africanas, que usavam o som emitido do motor do carro para aumentar os insultos, a mesma Tática de Sacerdotismo Africana para o ataque da mente usada pelo uso do instrumento " Abê ", utilizado pelo Afoxé.
Quando a mente está sensível podemos identificar tudo, mas nem todos sobrevivem e conseguem ter saúde mental para poder relatar o que se passou.


" Quem ataca o Poeta BORN não é M.. "

Master B é o Mestre do Idioma "B" ( B de Heterossexual, B = 2 ( Homem e Mulher ), que  deriva o Caça Bombardeiro B2. Defesa Heterossexual

O avião da Bomba Atômica se chamava Enola Gay é fácil entender o que acontecia com os prisioneiros de guerra aliados. Por isso o avião foi batizado com este nome devido ao que acontecia com os prisioneiros.
Quem quiser pode consultar a Batalha das 100 Ilhas onde a Marinha Aliada tirou a China da ocupação dos Japoneses na Segunda Guerra Mundial e vai entender que tipo de atrocidades os japoneses praticavam que envolvia até castração,e acabou em bomba atômica.

Tara Brocke o Broche da Rainha:

No Brasil a palavra Broche do inglês ( Brocke ), Símbolo usado para identificar a Heterossexualidade (união macho e fêmea segurando a manta da vestimenta) derivou para a palavra "Brocha" que significa "impotente sexualmente". Essa ofensa remonta o século XVII para agredir e insultar os integrantes da Casa de Orange Nassau e perdura até hoje para constranger os homens heterossexuais. Essa era a intenção do Ritual Africano e na Festa Africana do Mercado Eufrásio Barbosa: a opção era, ou se liga ao homossexualismo ou vira impotente sexualmente.

http://ruiricardogalindomesquita.blogspot.com.br/2016/11/a-jihad-africana-no-brasil-o-ataque-ao_6.html
AUTHOR : RRGMNSW .'.

Continua ..

A good Observer already can perceive that I am teaching the Whole World to defend itself from the African Candomblé Sect Installed and Operating in Brazil. In 9 hours a New Instruction in the time of the Rotation of the Fifth Planet.

A good Observer already can perceive that I am teaching the Whole World to defend itself from the African Candomblé Sect Installed and Operating in Brazil.
In 9 hours a New Instruction in the time of the Rotation of the Fifth Planet.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Tomorrow I will EXPLAIN in the Case Study what this Slag from the Candomblé Seita does to Control the Environment at Forró's Festivals and Shows in Northeast Brazil.

Tomorrow I will EXPLAIN in the Case Study what this Slag from the Candomblé Seita does to Control the Environment at Forró's Festivals and Shows in Northeast Brazil.

Amanhã Eu vou REVELAR no Estudo de Caso o que essa Escória da Seita do Candomblé faz para Controlar o Ambiente nas Festas e Shows de Forró no Nordeste do Brasil.

Amanhã Eu vou REVELAR no Estudo de Caso o que essa Escória da Seita do Candomblé faz para Controlar o Ambiente nas Festas e Shows de Forró no Nordeste do Brasil.

Tomorrow I will EXPLAIN in the Case Study what this Slag from the Candomblé Seita does to Control the Environment at Forró's Festivals and Shows in Northeast Brazil.