| Country | 1999 | 2000 | 2001 | 2002 | 2003 | 2004 | 2005 | 2006 | 2007 | 2008 | 2009 | 2010 | 2011 | 2012 | 2013 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Venezuela | 182,8 | 146,2 | 146,2 | 132,8 | 117,9 | 145,2 | 162,1 | 186,3 | 334,3 | 357,4 | 348,8 | 345,2 | 378,9 | 408,5 | 407,4 |
PIB da Venezuela( Produto Interno Bruto em Bilhões de Dolares) no Quadro acima a Evolução do Valores Históricos de 1999 em diante..
Para onde foi todo esse Dinheiro do PIB da VENEZUELA?? Apenas para a compra de Mísseis e Aviões de Guerra e Articular as Milícias na América do Sul??
Por que a População da Venezuela de apenas 31 milhões de habitantes vive num caos econômico quando o Governo da Venezuela dispõe de um PIB que seria capaz de solucionar a grande desigualdade social já que o Governo Nacionalizou toda a Indústria e Bancos e Companhias de Petróleo, até as Indústrias de Papel e Celulose e as Indústrias de Alimentos foram confiscadas pelo Governo da Venezuela que está de posse de todos os Meios Fabris de Produção não apenas do Petróleo..
Diante de tantos recursos de Posse do Estado Venezuelano , Por que a população da Venezuela vive nesse Caos ?? Parte dos Recursos do Governo da Venezuela servia para Financiar e Manter em Operação o CANAL CAPIBARIBE , Canal de Circuito Fechado ( TV a Cabo / Antena Parabólica do Diário de Pernambuco, então Sistema Associado de Comunicação que transmitia ilegalmente 24 horas por dia A PROGRAMAÇÃO DA TV ESTATAL VENEZUELANA, com Verbas para Manter um Canal de TV dentro do Estado de Pernambuco no Brasil, com dinheiro do PIB da VENEZUELA.
Eu garanto que a População da Venezuela não sabe que em Pernambuco, no Brasil, um CANAL de TV ( CANAL CAPIBARIBE) era mantido com VERBAS ESTATAIS do GOVERNO da VENEZUELA ..
Definição de Produto Interno Bruto (PIB): Esta entrada dá o produto interno bruto (PIB) ou o valor de todos os bens e serviços finais produzidos dentro de uma nação em um dado ano. A variação do PIB em paridade de poder aquisitivo (PPP) de uma nação é o valor da soma de todos os bens e serviços produzidos no país avaliado a preços prevalecentes nos Estados Unidos. Esta é a medida mais economistas preferem quando se olha para per-capita do bem-estar e ao comparar as condições de vida ou o uso de recursos entre os países. A medida é difícil de estimar, já que um valor em dólares dos EUA a ser atribuído a todos os bens e serviços no país, independentemente de estes bens e serviços têm um equivalente direto nos Estados Unidos (por exemplo, o valor de um equipamento de carro de bois ou inexistente militar nos Estados Unidos). Como resultado, as estimativas de PPP para alguns países são baseados em uma pequena cesta de bens e serviços. Além disso, muitos países não participar formalmente projeto do Banco Mundial PPP que calcula essas medidas, de modo que o resultado de estimativas do PIB desses países podem não ter precisão. Para muitos países em desenvolvimento, as estimativas do PIB com base na PPP do PIB são de taxas de câmbio múltiplas oficial (OER). A diferença entre os valores da OER e os valores de PPP do PIB é muito menor para a maior parte dos países ricos industrializados.
EVOLUÇÃO DO PIB BRASILEIRO E DOS 20 MAIORES DO MUNDO DESDE O PLANO REAL
Em 1994, ano do início da estabilização da moeda brasileira, o Produto Interno Bruto – PIB do Brasil, informado pelo Banco Mundial, era de 485 bilhões de dólares. Na ocasião, estávamos classificados em décimo lugar, como vemos abaixo, onde são apresentados os 20 maiores PIB do mundo. Neste ano, deixou o Governo o Sr. Itamar Franco e as condições do País e do mundo eram muito favoráveis para o Brasil arrancar para o desenvolvimento: nossa dívida interna era de apenas 60 bilhões de dólares, a dívida externa estava equacionada, a inflação diagnosticada e o mundo num momento de grandes acordos comerciais, quando todos os países poderiam se beneficiar. Naquele ano, a situação era tão positiva para o Brasil ,que, dizia um eminente professor da USP, não importava quem fosse o vencedor do próximo pleito à Presidência da República, pois, inevitavelmente o País arrancaria para o progresso.

Na tabela acima, referindo-se a vinte anos atrás, nos chamam a atenção, além da posição brasileira em 10º lugar, a modesta posição da China em 9º e a equivalência, em relação ao Brasil, dos PIB do México, Korea do Sul e Rússia, países que sempre são comparados ao nosso País nos dias de hoje. Também vemos 10 países europeus fazendo parte da lista: estes países, afetados por uma certa “lei dos rendimentos decrescentes”, progressivamente perderão seus lugares para países de área e população maiores, fartos de fatores de produção.
A estabilização da moeda brasileira, confirmada no período 1995-2002, trouxe grande benefício para o País, mas cobrou seu preço: moeda, câmbio e juros ficaram difíceis de administrar, causando insegurança para o Empresário e grande perda de reservas. A ida ao FMI tornou-se inevitável porque o mundo não pôde ajudar, já que eclodiram sucessivas crises regionais, escasseando de forma brutal o crédito internacional.

Este novo grupo de países, acima, apresenta como novidade a entrada da Turquia e a saída da Argentina. O Brasil perdeu uma posição, mas a verdade é que a economia mundial não esteve bem, e outros países também saíram perdendo: dentre estes 20 países, seis tiveram seu PIB diminuído: França, Alemanha, Japão, Rússia, Suíssa e Bélgica. Destaque para a ascensão meteórica da China e o grande crescimento da Índia e do México. Este último entrou na ALCA em 1994 e acabou ultrapassando o Brasil e a Espanha.
A partir de 2003, o Mundo apresentou um vigor muito forte, alavancado pelos países asiáticos. O Brasil foi beneficiado por esta onda, diversificando seu mercado externo e criando um mercado interno forte, impensável em tempo passado recente.
O mundo, então, progrediu com raro vigor. Em 2010 o quadro era o seguinte:

Neste período, 2003 – 2010, como dissemos, o mundo passou por um momento de de grande euforia. Todavia, em 2007- 2008, tivemos uma grande crise, afetando os países europeus e os Estados Unidos. Teria sido a maior crise desde 1929. A partir de 2009 iniciou-se uma lenta recuperação, que tem sido muito suave na Europa e que somente agora apresenta sinais mais concretos nos EUA. O Japão também custa a reagir. No quadro acima vemos a ascensão dos países de grande área e grande população, como China, Brasil, Rússia, Índia e, agora, também Indonésia, avançarem muitas posições no ranking. O México parece ter esgotado o modelo da ALCA e perdeu cinco posições, ao contrário do Brasil que ganhou três. A Alemanha tirou partido da crise, pois a sua produtividade é mais elevada que a dos demais países europeus: com a moeda única no continente, a relação de trocas no mercado europeu sem fronteiras lhe fica muito favorável.
Vemos o Brasil subir mais uma posição, se aproximando cada vez mais do Reino Unido e da França. Sempre é bom lembrar que neste número do Reino Unido estão considerados quatro países: Inglaterra, Gales, Escócia e Irlanda do Norte. Ou seja, naverdade, o Brasil é o sexto colocado, a frente da Inglaterra . Os países de grande área e grande população continuam a avançar e os países europeus a perderem posições: os europeus melhor colocados (Alemanha, França, Reino Unido e Itália) cresceram muito pouco nestes últimos três anos e em breve terão seus produtos ultrapassados por Brasil, Rússia e Índia. Do mesmo modo, dentro de pouco tempo, Holanda e Suécia serão ultrapassados e sairão da lista dos vinte maiores.
A seguir apresentamos o ranking de 2013:

O tamanho do PIB não está relacionado à qualidade de vida da população, mas é um importante indicador do poder econômico do País no mercado mundial e em seus centros de decisão. Como sétima economia do mundo, o Brasil é hoje um player importante nos fóruns de negociação do planeta, com alguns de seus membros ocupando posições chave nestes organismos.
O PIB per capita é outro índice importante, embora também com limitações. Em 1994, o Banco Mundial apontava para o Brasil um PIB per capita de 3.040 US$, ocupando a 60ª posição no mundo. Em 2002 não alteramos esta renda de 1994 e caímos para 79º, mas em 2010 reagimos e alcançamos a 59ª posição com 9.520 US$. Foi um grande avanço, confirmado em 2013, quando a renda per capita chegou a 11.690 US$, na 39ª posição. Sabemos que esta renda é mal distribuída no Brasil, mas o progresso recente foi significativo: o índice de GINI em 1994 era de 0,602, passando a 0,526 em 2012. A desigualdade reduziu-se em 12,62%.
O Banco Mundial também calcula o PIB dos países levando em conta o poder de compra de cada moeda (Purchasing Power Parity – PPP). Com o custo de vida mais baixo, o poder de compra do dólar fica maior e isto é levado em consideração nesta modalidade de calculo do Produto. A colocação do Brasil no ranking PPP, coincidentemente, é a mesma – 7º lugar – pois embora ultrapasse a França e o Reino Unido, é também ultrapassado pela Índia e pela Rússia. Levando em conta o PPP a Índia tem o terceiro PIB do mundo, seu lugar natural em futuro próximo na conta em dólares correntes. Neste caso, o quarto lugar será disputado por Brasil e Rússia.
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