sábado, 9 de dezembro de 2017

Diante dessas considerações, nenhum Hotel ou Restaurante deveria ter em seus quadros integrantes do Candomblé e da Umbanda Africana e muito menos Homossexuais organizando pratos na cozinha para servir clientes pois não tem nenhum pudor em drogar ninguém pois são usuários de drogas químicas e assistem a Rituais de Satanismo dentro de Terreiros do Candomblé onde pessoas inocentes são assoladas e quando não estão supervisionados agem de forma agressiva e dissimuladamente ..

Estava Eu recentemente almoçando em um Restaurante de um Hotel e Eu pedi um filé com fava e arroz, ao chegar o prato individual, Eu me surpreendo com a quantidade de PIMENTÃO CORTADO EM PEDAÇOS DE MENOS DE 2 MILÍMETROS, misturado na fava (uma espécie de feijão)

Eu percebi que poderia me causar uma alergia e Eu resolvi separar o pimentão que era de três tipos (verde, amarelo e vermelho) e, ao separar o pimentão dos demais ingredientes do prato me surpreendeu A QUANTIDADE, e, ao reunir a porção de PIMENTÃO correspondia UM TERÇO DO PRATO,  ou seja 33% do prato de R$ 57,00 reais era de PIMENTÃO.

Eu fiquei com vontade de perguntar se era um Homossexual ou um Integrante da Seita do Candomblé Africano que estava organizando a Montagem dos Pratos no Serviço da Cozinha, mas fiquei calado e apenas pedi ao garçom que trouxesse uma porção de arroz branco simples e Eu derramei água mineral com sal, no molho para fazer uma reação química em cima do molho da carne e ao fazer isso Eu escutei alguém dizendo ao longe as seguintes palavras: " Ele destruiu o meu molho!!"

Diante dessas considerações, nenhum Hotel ou Restaurante deveria ter em seus quadros integrantes do Candomblé e da Umbanda Africana e muito menos Homossexuais organizando pratos na cozinha para servir clientes pois não tem nenhum pudor em drogar ninguém  pois são usuários de drogas químicas e assistem a Rituais de Satanismo dentro de Terreiros do Candomblé onde pessoas inocentes são assoladas e quando não estão supervisionados agem de forma agressiva e dissimuladamente ..   o que mais me choca é que essa escória espírita das Seitas do Candomblé e da Umbanda ficam aguardando para assistir as sensações de dor, constrangimento e desespero, as sensações desagradáveis que as pessoas sentem e se justificam e se regozijam por estes feitos dissimulados e ainda tem a capacidade de propor soluções através da Seita Africana..   ESSA É UMA DAS FORMAS DE ESTRATÉGIA DA EXPANSÃO DAS SEITAS AFRICANAS NO CONTROLE DO COTIDIANO DE UM PAÍS ..

LEIAM A REPORTAGEM A SEGUIR DE UMA MATÉRIA DA ÉPOCA DO LANÇAMENTO DA PEDRA FUNDAMENTAL DA REFINARIA ABREU E LIMA (PETROBRAS E PDVSA da  Venezuela) EM SUAPE, ONDE CERCA DE 100 PESSOAS PASSARAM MAL DURANTE UMA REFEIÇÃO :

http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,funcionarios-do-blue-tree-sao-indiciados-pela-morte-de-crianca,20061010p30780



Funcionários do Blue Tree SUAPE em Pernambuco são indiciados pela morte de criança

Cinco funcionários que trabalhavam no antigo resort de luxo Blue Tree Park, no município metropolitano do Cabo de Santo Agostinho, no litoral sul do Recife, foram indiciados nesta terça-feira, 10, por homicídio culposo, pela morte de uma criança de nove anos, por intoxicação alimentar. Bruna de Oliveira acompanhava os pais no II Congresso Estadual de Magistrados de Pernambuco, realizado naquele hotel, de 3 a 6 de novembro de 2005. Cerca de 100 das 600 pessoas presentes ao evento passaram mal. Bruna começou a ter febre ainda durante o congresso, depois passou a ter vômitos e diarréia. Exames de sangue realizados no hospital em que a menina foi internada, revelou a presença da bactéria streptococus pyogenes grupo A, um dos agentes responsáveis pela Síndrome do Choque Tóxico - caracterizada por queda da pressão sanguínea provocada por toxina liberada pela bactéria. Bruna morreu no dia 7 de novembro de infecção generalizada pós-gastroenterite. Ronaldo Ferreira Fernandes, Cristiano Lins Lopes, Jacinto Antonio Guerreiro da Silva, Adriana Luna Farias e Jadir Antonio de Farias, que ocupavam respectivamente os cargos de gerente-geral, gerente de controladoria, gerente de alimentos e bebidas, nutricionista e chefe de cozinha do resort poderão pagar penas de um a três anos de prisão, se condenados. O inquérito policial, presidido pelo delegado do Cabo de Santo Agostinho, Alberes Félix, considerou que houve negligência, imprudência e irresponsabilidade dos indiciados, tendo averiguado falta de controle da temperatura da câmara frigorífica e espaço pequeno para a quantidade de alimentos preparados e número de funcionários, entre outras irregularidades. O inquérito deverá ser enviado ainda nesta terça ao juiz da 2ª Vara Criminal do Cabo. Nota oficial Em nota oficial à imprensa, a rede Blue Tree Hotels informou que apóia e está dando assistência jurídica aos indiciados e só irá se manifestar quando tiver acesso a todos os documentos e laudos do relatório da polícia civil, o que ocorrerá se houver a denúncia pelo Ministério Público. "É importante salientar que o relatório da Polícia Civil é resultado preliminar das investigações e que passará ainda pela análise do Ministério Público", diz a nota, ao destacar que a rede hoteleira "sempre colaborou de forma incondicional com as autoridades na investigação e mantém seus esforços para esclarecer o ocorrido, dentro do espírito de responsabilidade, comprometimento com a saúde de seus hóspedes e qualidade dos serviços que presta há mais de 14 anos". A família de Bruna Oliveira irá entrar com ação indenizatória contra os responsáveis pelo resort. Atualmente em reforma, o resort deverá ser reaberto ainda neste mês, sob nova bandeira.

Agencia Estado,
10 Outubro 2006 | 14h58

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