domingo, 11 de outubro de 2015

Epístola 16 - A Referência Ancestral

Epístola 16  -  A Referência Ancestral


A mente da juventude sem referências ancestrais é uma mente mais vulnerável, nas Américas desde sempre foi pregado de que teríamos que ter uma identidade cultural separada dos " Dominadores Europeus ", essa pregação disfarçada num suposto emblema de exaltação da nacionalidade, distanciou os descendentes de europeus de seus ancestrais e da cultura dos seus ancestrais europeus e em vez disso tivemos que aceitar a massificação das manifestações indígenas e africanas.

Ora, 50% da população brasileira é descendente de africanos e outros 50% vieram do que lugar? Da Lua? 
No Brasil foi feito um discurso para esquecermos os nossos ancestrais europeus, os descendentes de europeus, apesar dos próprios Sobrenomes Europeus nos seus nomes de Batismo e do próprio idioma oficial do Brasil que é a Língua Portuguesa de Origem Européia,  estão adormecidos e não têm referência e identificação com a Europa, exceto os Estados do Sul do Brasil com algumas cidades de forte tradição européia.

Essa tática de nacionalidade brasileira de distanciamento da boa referência de tradição européia só beneficiou a massificação da crença africana, da música africana e agora mais agressivamente do vudoo africano praticado pelo candomblé e pela umbanda que persegue quem não aceita as suas práticas e táticas do mal, nós descendentes de europeus, de livre pensar e de livre agir temos o dever de alertar o Mundo sobre o que acontece no Brasil, sobre esse vergonhoso sistema de expandir a religião africana com práticas de torturas espirituais e físicas, acuando e adoecendo pessoas que se opõem às suas crenças.

Quando Eu era criança, na década de 70, o meu Pai que ouvia Valsa, comprou uma Estátua da Deusa Grega do Banho, num Mercado Público da minha cidade que é de Arquitetura Francesa, construído há mais de 100 anos todo em ferro importado da França, a estrutura do mercado é uma Obra de Arte tal qual a Estátua Grega que meu Pai comprou nesse mercado. 

Uma década depois, na década de 80, que coincide com a ascensão da música negra, Michael Jackson e afins, o que se vende no mercado são entalhes africanos grosseiros, pinturas temáticas africanas sem trato proporcional, e sem nos darmos conta essa visão africana passou a entrar paulatinamente nos nossos lares através da inocência da nossa mente leiga. Emerson cita em vários livros "que na guerra o primeiro a ser conquistado é o nosso olho", e um outro Grande Filósofo e Sacerdote, um tal Judeu desconhecido chamado Moisés diz no Pentateuco que "do Verbo se faz a Carne".  E hoje em dia no Brasil cerca de 90% da música tocada no Brasil, ou seja, do Verbo que faz a Carne, é a Voz Africana.

Isso não tem sido diferente em grande parte do Mundo que engole o Hip Hop, o Rap e outros ritmos africanos como música da juventude, vemos através desse transe musical o avanço do homossexualismo, do consumo de drogas, e da facilitação do acesso a diversas práticas espirituais maléficas.

Nós temos pais leigos que desconhecem o poder sacerdotal da música africana na fragilização e vulnerabilização da mente da juventude para facilitar o acesso à crenças africanas.

Na época do Carnaval no Brasil, várias emissoras tocam músicas de ritmos africanos durante 8 horas a noite toda sem parar, interrompida apenas, para breves intervalos comerciais.

Voz africana essa que entra no subconsciente, cantada sem parar, repetida sem parar junto com a percussão do ritmo africano, entra no subconsciente e se instala nas sinapses mentais, e, como toda voz, é um espírito vivo que se instala na mente subconsciente querendo dominar a mente da pessoa que está na carne, essa voz da repetição africana que se instalou na mente quer agir sacerdotalmente influenciando nos hábitos, costumes e crenças e inclusive na escolha sexual, essa tática espiritual africana é vergonhosa agindo na dominação da mente leiga.

A Voz africana dessas pessoas que cantam numa emissora de televisão ou de rádio sem parar, é na maioria da vezes por pessoas que não sabem nem conjugar os verbos da língua portuguesa e no entanto essa Voz africana é repetida nos meios de comunicação no Brasil para milhões de pessoas leigas que não sabem o que se passa nos processos do subconsciente e estão vulneráveis às crenças, costumes, hábitos e promoção de preferências sexuais.

O Veículo de Comunicação tem responsabilidade Causal, pois é a Causa que Constrói e expande o Fenômeno Factual.  Se um veículo de Comunicação propaga o baixo-nível como Ente Causal, cada vez mais o Fenômeno Factual também será de baixo-nível.

Temos que interromper esse processo nos Veículos de Comunicação.
Não podemos continuar assistindo passivamente esse verdadeiro rapto da mente da nossa juventude ser manobrada sem escrúpulos e expandindo cada vez mais o baixo-nível nos Meios de Comunicação.

Se é necessário comprarmos emissoras de Televisão e de Rádio nós temos que comprar. 

Não podemos deixar o Sistema de Rádio e Televisão comandado por esse sistema de baixo-nível.

O que se passa no Brasil serve de alerta para todos os países do Mundo, sobre a entrada e massificação da música africana como música da juventude. É preciso realmente estimular uma matriz musical que faça a juventude europeia se identificar com as tradições de seus ancestrais pois essa será a referência de voz no momento de necessidade espiritual advindo de alguma violência provocada por vozes em algum surto.

A Tradição Ancestral é o Esconderijo do Altíssimo.


Autor: RRGMNSW  .'.









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