1. A eficácia mental é uma contingência da harmonia. Discórdia significa confusão. Portanto, quem quiser adquirir poder precisa estar em harmonia com a Lei Natural.
2. Estamos todos relacionados ao mundo exterior pela mente objetiva. O cérebro é o órgão dessa mente e o sistema nervoso nos põe em comunicação consciente com cada parte do corpo. Esse sistema nervoso responde a cada sensação de luz, calor, olfato, tato, som e paladar.
3. Quando essa mente pensa corretamente, quando ela entende a verdade, quando os pensamentos enviados pelo sistema nervoso são construtivos, as sensações são agradáveis e harmoniosas.
4. O resultado é acumularmos, em nosso corpo, força, vitalidade e todas as forças construtivas; mas é também por meio dessa mente objetiva que são admitidos em nossa vida o estresse, a doença, a excassez, a limitação e todas as formas de discórdia e desarmonia. É, portanto, por intermédio da mente objetiva, pelo pensamento errado, que nos relacionamos com todas as forças destrutivas. Dessa forma, se faz necessário nos focar em pensamentos construtivos que gerem harmonia.
5. Nós nos relacionamos com o mundo interior pela mente subconsciente. O plexo solar é o órgão dessa mente; o sistema nervoso simpático governa todas as sensações subjetivas, tais como alegria, medo, amor, emoção, imaginação e todos os outros fenômenos subcosncientes. É por meio do subconsciente que nos conectamos com a Mente Universal e somos postos em relação com as forças construtivas Infinitas do Universo.
6. O grande segredo da vida é coordenar esses dois centros de nosso ser e compreender suas funções. Com esse conhecimento podemos levar as mentes objetiva e subjetiva à cooperação consciente e, assim, coordenar o finito com o infinito. Nosso futuro está inteiramente sob nosso controle. Não está à mercê de qualquer poder externo caprichoso ou incerto.
24. Todos concordam quanto à existência de um só princípio ou consciência que permeia o universo inteiro, ocupando todo o espaço e consistindo essecialmente da mesma espécie em qualquer ponto de sua presença. Ele é todo-poderoso, oniciente e onipresente. Todos os pensamentos e coisas estão dentro Dele. Ele é tudo em tudo.
8. Só existe no Universo uma consciência capaz de pensar; e, quando ela pensa seus pensamentos se transformam para ela em coisas objetivas. Como essa consciência é onipresente, ela deve estar presente no interior de cada indivíduo; cad indivíduo deve ser uma manifestação dessa Consciência Onipresente, Oniciente e Onipotente.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Faculdade da Ciência Divina - Lição 1 - 2ª Parte
1. A harmonia no mundo interior será refletida no mundo exterior por condições harmoniosas, ambientes agradáveis, o melhor do que existe. Ela é a base da saúde e o fator necessário a toda grandeza, todo poder, toda aquisição, toda realização e todo o sucesso.
2. A harmonia no mundo interior resulta em otimismo e afluência; a afluência interna resulta e afluência externa.
3. O mundo exterior reflete as circunstâncias e as condições da consciência interior.
4. Se encontrarmos sabedoria no mundo interior, teremos a capacidade de discernir as possibilidades maravilhosas que se encontram latentes nesse mundo interior, e receberemos o poder de tornar essas possibilidades manifestas no mundo exterior.
5. Quando nos tornamos conscientes da sabedoria do mundo interior, mentalmente tomamos posse dessa sabedoria, e ao tomar posse mental entramos na posse concreta do poder e da sabedoria necessários para manifestar os elementos indispensáveis ao nosso desenvolvimento mais completo e harmonioso.
6. O mundo interior é o mundo prático no qual homens e mulheres de poder geram coragem, esperança, entusiasmo, confiança e fé, pelos quais lhes é dada a inteligência refinada para ter a visão e as habilidades práticas de tornar real essa visão.
7. A vida é um pleorama, um desdobramento, e não um acréscimo. O que vem a nós no mundo exterior é o que já possuímos no mundo interior.
8. Toda posse tem por base a consciência. Todo ganho é o resultado de uma consciência cumulativa.
PENSO LOGO EXISTO, DESEJO LOGO REALIZO.
2. A harmonia no mundo interior resulta em otimismo e afluência; a afluência interna resulta e afluência externa.
3. O mundo exterior reflete as circunstâncias e as condições da consciência interior.
4. Se encontrarmos sabedoria no mundo interior, teremos a capacidade de discernir as possibilidades maravilhosas que se encontram latentes nesse mundo interior, e receberemos o poder de tornar essas possibilidades manifestas no mundo exterior.
5. Quando nos tornamos conscientes da sabedoria do mundo interior, mentalmente tomamos posse dessa sabedoria, e ao tomar posse mental entramos na posse concreta do poder e da sabedoria necessários para manifestar os elementos indispensáveis ao nosso desenvolvimento mais completo e harmonioso.
6. O mundo interior é o mundo prático no qual homens e mulheres de poder geram coragem, esperança, entusiasmo, confiança e fé, pelos quais lhes é dada a inteligência refinada para ter a visão e as habilidades práticas de tornar real essa visão.
7. A vida é um pleorama, um desdobramento, e não um acréscimo. O que vem a nós no mundo exterior é o que já possuímos no mundo interior.
8. Toda posse tem por base a consciência. Todo ganho é o resultado de uma consciência cumulativa.
PENSO LOGO EXISTO, DESEJO LOGO REALIZO.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Epistemologia
Epistemologia
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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A epistemologia estuda a origem, a estrutura, os métodos e a validade do conhecimento, motivo pelo qual também é conhecida como teoria do conhecimento. Relaciona-se com a metafísica, a lógica e a filosofia da ciência, pois, em uma de suas vertentes, avalia a consistência lógica de teorias e suas credenciais científicas. Este facto torna-a uma das principais áreas da filosofia (à medida que prescreveria "correções" à ciência). A sua problemática compreende a questão da possibilidade do conhecimento - nomeadamente, se é possível ao ser humano alcançar o conhecimento total e genuíno, dos limites do conhecimento (haveria realmente uma distinção entre o mundo cognoscível e o mundo incognoscível?) e da origem do conhecimento (Por quais faculdades atingimos o conhecimento? Haverá conhecimento certo e seguro em alguma concepção a priori?).
Índice[esconder] |
[editar] Origem
Pode-se dizer que a epistemologia se origina em Platão. Ele opõe a crença ou opinião ("δόξα", em grego) ao conhecimento. A crença é um determinado ponto de vista subjetivo. O conhecimento é crença verdadeira e justificada.A teoria de Platão abrange o conhecimento teórico, o saber que. Tal tipo de conhecimento é o conjunto de todas aquelas informações que descrevem e explicam o mundo natural e social que nos rodeia. Este conhecimento consiste em descrever, explicar e predizer uma realidade, isto é, analisar o que ocorre, determinar por que ocorre dessa forma e utilizar estes conhecimentos para antecipar uma realidade futura.
Há outro tipo de conhecimento, não abrangido pela teoria de Platão. Trata-se do conhecimento técnico, o saber como.
A epistemologia também estuda a evidência (entendida não como mero sentimento que temos da verdade do pensamento, mas sim no sentido forense de prova), isto é, os critérios de reconhecimento da verdade.
Ante a questão da possibilidade do conhecimento, o sujeito pode tomar diferentes atitudes:
- Dogmatismo: atitude filosófica pela qual podemos adquirir conhecimentos seguros e universais, e ter certeza disso.
- Cepticismo: atitude filosófica oposta ao dogmatismo, a qual duvida de que seja possível um conhecimento firme e seguro, sempre questionando e pondo à prova as ditas verdades. Esta postura foi defendida por Pirro de Élis.
- Relativismo: atitude filosófica defendida pelos sofistas que nega a existência de uma verdade absoluta e defende a idéia de que cada indivíduo possui sua própria verdade, que é em função do contexto histórico do indivíduo em questão.
- Perspectivismo: atitude filosófica que defende a existência de uma verdade absoluta, mas pensa que nenhum de nós pode chegar a ela senão a apenas uma pequena parte. Cada ser humano tem uma visão parcial da verdade. Esta teoria foi defendida por Nietzsche e notam-se nela ecos de platonismo.
[editar] Conhecimento
[editar] Saber que, saber como e conhecimento por familiaridade
Em geral, a epistemologia discute o conhecimento proposicional ou o “saber que”. Esse tipo de conhecimento difere do “saber como” (know-how) e do “conhecimento por familiaridade”. Por exemplo: sabe-se que 2 + 2 = 4 e que Napoleão foi derrotado em Waterloo; e essas formas de conhecimento diferem de saber como andar de bicicleta ou como tocar piano, e também diferem de conhecer uma determinada pessoa ou estar "familiarizado" com ela. Alguns filósofos consideram que há uma diferença considerável e importante entre “saber que”, “saber como” e “familiaridade” e que o principal interesse da filosofia recai sobre a primeira forma de saber.Em seu ensaio Os Problemas da Filosofia, Bertrand Russell distingue o “conhecimento por descrição” (uma das formas de saber que) do “conhecimento por familiaridade”.[1] Gilbert Ryle dedica atenção especial à distinção entre “saber que” e “saber como” em seu O Conceito de Mente.[2] Em Personal Knowledge, Michael Polanyi argumenta a favor da relevância epistemológica do saber-como e do saber-que. Usando o exemplo do equilíbrio envolvido no ato de andar de bicicleta, ele sugere que o conhecimento teórico da física na manutenção do estado de equilíbrio não pode substituir o conhecimento prático sobre como andar de bicicleta. Para Polanyi, é importante saber como essas duas formas de conhecimento são estabelecidas e fundamentadas. Essa posição é a mesma de Ryle, que argumenta que, se não consideramos a diferença entre saber-que e saber-como, somos inevitavelmente conduzidos a um regresso ao infinito.
Mais recentemente, alguns epistemólogos (Ernest Sosa, John Greco, Jonathan Kvanvig, Linda Trinkaus Zagzebski) argumentaram que a epistemologia deveria avaliar as propriedades das pessoas (isto é, suas virtudes intelectuais) e não somente as propriedades das proposições ou das atitudes proposicionais da mente. Uma das razões é que as formas superiores de processamento cognitivo (como, por exemplo, o entendimento) envolveriam características que não podem ser avaliadas por uma abordagem do conhecimento que se restrinja apenas às questões clássicas da crença, verdade e justificação.
[editar] Estudos recentes
Segundo Lalande, trata-se de uma filosofia das ciências, mas de modo especial, enquanto "é essencialmente o estudo crítico dos princípios, das hipóteses e dos resultados das diversas ciências, destinado a determinar sua origem lógica (não psicológica), seu valor e seu alcance objetivo". Para Lalande, ela se distingue, portanto, da teoria do conhecimento, da qual serve, contudo, como introdução e auxiliar indispensável.Portanto, temos que epistemologia é o estudo sobre o conhecimento científico, ou seja, o estudo dos mecanismos que permitem o conhecimento de determinada ciência.
- Japiassu distingue dois tipos de Epistemologia
- a Epistemologia global ou geral que trata do saber globalmente considerado, com a virtualidade e os problemas do conjunto de sua organização, quer sejam especulativos, quer científicos;
- a Epistemologia específica que trata de levar em conta uma disciplina intelectualmente constituída em unidade bem definida do saber e de estudá-la de modo próximo, detalhado e técnico, mostrando sua organização, seu funcionamento e as possíveis relações que ela mantém com as demais disciplinas.
Referências
[editar] Bibliografia
- BOMBASSARO, Luiz Carlos. As fronteiras da Epistemologia. 3a. ed. Petrópolis: Vozes, 1993.
- DESCARTES, Rene. Discurso do método.
- DESCARTES, Rene. Memórias.
- JAPIASSU, Hilton F. O mito da neutralidade científica. Rio, Imago, 1975 (Série Logoteca), 188 p.
- KANT, Imanuel. Crítica da Razão Pura.
- MANNHEIM, Karl. Ideologia e Utopia.
- Russell, Bertrand The Problems of Philosophy. Home University Library, 1912. Tradução para o português.
- Ryle, Gilbert. The concept of mind. The University of Chicago Press, 2002. (Publicado originalmente em 1949). ISBN 0-226-73296-7
Faculdade da Divina Ciência - Lição 1 - 1ª Parte
1. A noção de que a fartura atrai mais fartura é uma verdade em todos os planos da existência.
2. A mente é criativa, e as condições, o meio ambiente e todas as experiências na vida resultam de nossa atitude mental habitual ou predominante.
3. A atitude mental depende necessariamente daquilo que nós pensamos. Portanto, o segredo de todo poder, de toda realização e de toda posse depende do nosso modo de pensar.
4. Isso acontece porque nós precisamos "ser" antes de podermos "fazer", e só podemos "fazer" à medida que "somos"; e o que "somos" depende daquilo que "pensamos".
5. Não podemos expressar poderes que não possuímos. A única forma de assegurarmos que teremos o poder é nos tornarmos conscientes do poder, e não nos conscientizaremos do poder até havermos aprendido que todo poder vem de dentro.
6. Existe um mundo interior - um mundo de pensamento, e sentimento, e poder; um mundo de luz e vida e beleza. Embora ele seja invisível, suas forças são poderosas.
7. O mundo interior é governado pela mente. Quando descobrirmos esse mundo, encontraremos a solução de cada problema, a causa de cada efeito; e já que o mundo interior está sob nosso controle, todas as leis do poder e da posse também se encontram sob nosso controle.
8. O mundo exterior é um reflexo do mundo interior. O que aparece no exterior é o que se encontra no interior. No mundo interior é possível encontrar sabedoria infinita, poder infinito, suprimentos infinitos de tudo que é necessário, à espera de exposição, desenvolvimento e expressão. Se reconhecermos essas potencialidades no mundo interior, elas tomarão forma no mundo exterior.
- PENSO, LOGO EXISTO; DESEJO, LOGO REALIZO -
2. A mente é criativa, e as condições, o meio ambiente e todas as experiências na vida resultam de nossa atitude mental habitual ou predominante.
3. A atitude mental depende necessariamente daquilo que nós pensamos. Portanto, o segredo de todo poder, de toda realização e de toda posse depende do nosso modo de pensar.
4. Isso acontece porque nós precisamos "ser" antes de podermos "fazer", e só podemos "fazer" à medida que "somos"; e o que "somos" depende daquilo que "pensamos".
5. Não podemos expressar poderes que não possuímos. A única forma de assegurarmos que teremos o poder é nos tornarmos conscientes do poder, e não nos conscientizaremos do poder até havermos aprendido que todo poder vem de dentro.
6. Existe um mundo interior - um mundo de pensamento, e sentimento, e poder; um mundo de luz e vida e beleza. Embora ele seja invisível, suas forças são poderosas.
7. O mundo interior é governado pela mente. Quando descobrirmos esse mundo, encontraremos a solução de cada problema, a causa de cada efeito; e já que o mundo interior está sob nosso controle, todas as leis do poder e da posse também se encontram sob nosso controle.
8. O mundo exterior é um reflexo do mundo interior. O que aparece no exterior é o que se encontra no interior. No mundo interior é possível encontrar sabedoria infinita, poder infinito, suprimentos infinitos de tudo que é necessário, à espera de exposição, desenvolvimento e expressão. Se reconhecermos essas potencialidades no mundo interior, elas tomarão forma no mundo exterior.
- PENSO, LOGO EXISTO; DESEJO, LOGO REALIZO -
domingo, 19 de junho de 2011
E= mc²
Energia é igual a matéria viajando ao quadrado da velocidade da luz. Todas as coisas se originam de uma mesma matéria amorfa. O segredo é desacelerar a energia e fazê-la tomar forma. O que importa é a sua intenção de fazê-la tomar forma, confiar, e, por razões desconhecidas na experiência sensorial humana as suas retinas experimentarão a realização de tal intento! Peça e Receberá!!!
domingo, 12 de junho de 2011
A Força Invisível
Vincule-se à intenção, use o diálogo interior para permanecer concentrado naquilo que você pretende criar. Dessa forma, se verá recuperando o poder da sua Origem.
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